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sábado, junho 14, 2014

Novas experiências para chegar ao GRU


Chegar ao aeroporto de Guarulhos é (quase) sempre uma odisseia.
Algumas vezes fomos com nosso carro e usamos os estacionamentos ao redor do aeroporto. Boa escolha, quando se vai e volta pelo mesmo aeroporto.
O Airport Bus Service que parte aqui da Paulista - o ponto mais próximo de nós - tem a desvantagem de demorar uma eternidade para chegar ao destino, já que pára nos hoteis e no ponto da República.
Nas últimas viagens, fizemos o trajeto com a van do Diners, mas ela nos abandonou! 
Os táxis têm preços bem salgados e, como as opções anteriores, não livram os passageiros de enfrentar uma possível demora no trajeto.
Seja de ônibus, van, carro próprio ou táxi, dependendo da hora em que se empreende o caminho, é preciso paciência e sangue frio. O trânsito pode trazer surpresas... e nem sempre agradáveis.
Pra evitar o desgaste da luta contra o relógio, sempre optamos por sair muito mais cedo do que o necessário, o que nos rendeu, de um lado a tranquilidade, de outro longas horas na Sala do Diners, que também já não existe mais...
Como nosso voo para Manaus partia de Guarulhos, numa manhã de segunda-feira, achamos que era uma boa oportunidade pra testar algumas outras possibilidades. Pensamos em ir no domingo à noite, com calma e, provavelmente, com menos trânsito, e dormir por lá. 
Nossa primeira ideia foi testar o Slaviero Fast Sleep Guarulhos, localizado dentro do aeroporto, mas nossas pesquisas revelaram preço alto e pouco conforto. 
Partimos então para um hotel próximo, que oferecesse transporte. Escolhemos o Ibis Guarulhos.
Hotel reservado, faltava resolver como chegaríamos a Guarulhos.
Decidimos usar o ônibus urbano, que parte da Estação Tatuapé. Tivemos sorte: os dois trens de metrô que usamos chegaram rapidinho e o ônibus estava na plataforma, quase de saída, quando chegamos ao Tatuapé.
Chegamos ao aeroporto em menos de uma hora. E gastamos menos de 10 reais!
Em GRU, tivemos que esperar um pouco pelo transporte do Ibis: eles chegam ao Terminal 2 asa D  nas horas exatas e não cobram nada para levar os hóspedes até o hotel.
O check in já havia sido adiantado pela internet e num instante já estávamos no nosso quarto, não sem antes reservar o traslado de volta para a manhã seguinte, que sai nas meias horas e custa 5 reais por passageiro.
O hotel é bem simpático, tudo naquele padrão Ibis que a gente já conhece, sendo que o quarto e o banheiro são até um poco maiores do que esperávamos. 
Uma vez no quarto, fizemos o check in no Foursquare e - surpresa - alguns minutos depois, nossa amiga Lucia Malla, em trânsito entre o Havaí e Vitória, fez check in no vizinho Mercure. Nos comunicamos e combinamos um encontro no lobby. E ali ficamos, tomando chá e trocando figurinhas - metafóricas - até a madrugada.
Ó nóis aí:


domingo, dezembro 26, 2010

Mais um Natal


Calçadas lotadas de gente.
Rua abarrotada de carros.
Esse era o cenário no início da noite do dia 25, nesse dezembro de 2010.
Inocentemente, saí pra comer alguma coisinha aqui por perto. Fui ao Chapa, lanchonete da minha juventude, que cresceu e se modernizou. Fechada!
Voltei sobre meus últimos passos e fui ao Shopping Paulista. Subi até a praça de alimentação. Tudo fechado!
Saí caminhando pela Av. Paulista até encontrar um lugarzinho para comer:  o restaurante do cinema Reserva Cultural.
Na ida e na volta, enfrentei uma confusão de gente e carros. Iam dar adeus pro Papai Noel.
Explico: além da já tradicional decoração de Natal dos bancos, no meio da Avenida foi montada uma praça suspensa cheia de personagens pretensamente natalinos. Era possível subir por um lado e descer por outro, visitando assim a instalação. Eu fui, uns dias antes do Natal. Achei bem sem graça!
O dia de Natal foi o último dia em que Papai Noel & sua troupe ficariam por ali. Por isso a corrida...
Já contei aqui que não gosto dessa forma como acontecem as celebrações do Natal. 
Há muito tempo não frequento festas nem reuniões familiares ou sociais na tradicional noite de Natal. 
O almoço do dia de Natal, também passo...
E a loucura da caça ao presente, então... Tô fora!
Esse ano consegui escapar das lojas cheias: dei poucos presentes - quase todos comprados bem antes da febre natalina. Achei ótimo!
E na noite de Natal, fiz algo que nunca havia feito: fui para um hotel. 
Não, não viajei. Escolhi um bom hotel por aqui mesmo. 
Fui de metrô. Passei no Mestiço, um dos meus restaurantes prediletos, e almocei.
Passei na Bella Paulista, comprei um panetone salgado pra comer à noite, quando tivesse uma fominha.
Fiz o check in no hotel Caesar Business Paulista. E pronto, subi ao meu quarto no 16º andar, de frente pra Paulista.
No final da tarde, desci, tomei um café na Livraria Cultura, ali do ladinho. Comprei água e uma cerveja Leffe num supermercado próximo e voltei pro meu posto.
Fiquei por ali, entre a internet e o burburinho da avenida. Duas janelas...
Quando tive fome, comi. 
Quando tive sono, fui pra cama.
Sozinha? Não, Charlotte estava comigo.
E assim, cumpri a ordem que recebi de familiares, amigos e conhecidos: "Tenha um feliz Natal!"
Eu tive.

sexta-feira, outubro 29, 2010

Fazendo as malas

No Twitter tem de tudo. É campanha política. Campanha publicitária. Fofocas. Notícias. Bobagens. Concursos. Gincanas. Conselhos. Reclamações. E muito mais!
Hoje durante a tarde, a Sylvia Lemos tuitou uma série sensacional que levou a hashtag #fazendomalas.
Tudo começou porque a Marcie G. Pellicano estava fazendo as malas pra uma viagenzinha à Turquia e comentou: 


A Sylvia é viajante profissional especialista em fazer malas econômicas, que na maioria das vezes podem ser levadas como bagagem de mão. Ela é também a titular da hashtag #viajarsemdespachar.
Ao ver o comentário da Marcie, a Sylvia entrou em cena e postou um punhado de dicas que  merecem ser guardadas e consultadas cada vez que uma mala for arrumada, o que deve acontecer na proporção de 2579529/minuto...

Aí vão elas: 

  • Normalmente faço assim, quando não há eventos especias programados: um look por dia e uso ele primeiro à noite para o jantar. Dá certo! 
  • Para turista, a proporção que funciona bem é levar uma parte de baixo para três de cima e dois calçados além do que está usando. Bolsa só uma.
  • Descomplique a necessaire usando mini frascos e leve só o hiper essencial.
  • Reduza a farmacinha, com duas unidades de cada comprimido (não esqueça a bula).
  • Leve na mão um agasalho para o avião e sempre saia com ele à noite (ar condicionado).
  • Deixe o abrigo em casa. Use 100% algodão (mesmo que amasse). Teste tudo -use- e lave antes de por na mala.
  • Cheque botões, ziper, bainhas, corte fios soltos e tenha certeza de que o que está levando é 100% confortável para usar por 8h.
  • Preste muita atenção aos sapatos, a metade do sucesso da viagem depende deles.
  • O mais difícil é acertar os calçados. Quando usar em viagem e der certo, guarde para este fim.
  • Prove as peças q vai levar e responda: Me sinto bem? Se colocar o outro sapato vai dar certo? E se chover? Fizer calor-frio?
  • Leve na mão um kit sobrevivencia parao primeiro dia, se a mala atrasar... Objetos de valor $ e sentimental vão e voltam na mão.
  • Um jeito legal de dividir uma mala com duas pessoas é colocar o kit de cada um numa fronha de TNT com zíper (sem misturas).
  • Pense que vai e volta rapidinho, não precisa carregar a casa nas costas.
  • Pense que viveu muito tempo sem este objeto que está pensando em levar : deixe ele em casa.
  • Separe sua coisas por uso em eventos ( praia, cidade, balada) e use ziplock para separar e facilitar encontrar.
  • O ziplock tb funciona como saco de compressão, tire todo o ar de dentro e feche.
  • O zip é este aqui, tem em qualquer supermercado, no setor de embalagens, em dois tamanhos.
  • Se for verão ou meia estação 5 ou 6 ziplocks compõem toda a bagagem para uma semana.Testei e aprovei em NY.
  • Capriche e pense bem, teste antes, o look do avião pois ele também pode servir para eventos durante a viagem.
  • Coisas novas, não usadas, não são adequadas para viajar pois não sabemos como vão se comportar.
  • Coisas velhas que não queremos mais só servem como under. É deprê viajar com coisas que já não gostamos ou cansamos.
  • Corte um pedaço de sabão de coco em barra e coloque na mala. Sabonete deixa as roupas manchadas.
  • Sempre coloco um saco no fundo da mala, se acontecer de TER que comprar alguma coisa.
  • Leve na mão um cadeado extra, rolo de fita larga, etiquetas de bagagem e lacres de plástico numerados( tem em papelarias).
  • Coloque também no ziplock o material impresso do destino ( 1 por zip) e documentos de tkt e hospedagem em outro.
  • Carregue o minimo nas andanças diárias, sair com peso inútil já é começar mal a turistagem.
  • Descomplique, lembre que um é melhor, nada de coisas duplas. Esqueça o :" e se ". Viajar leve é um luuuxo pessoal!
  • Estar confortável, ser contemporâneo, atual, discreto e se sentir integrado no ambiente que vai visitar é o máximo!
  • Extravagâncias em volume e conteúdo de bagagem são totalmente dispensáveis.
  • Não saio sem ele!! 
  • Está na dúvida quanto a o que levar? Use um dia inteiro e fotografe. A gente pode escolher antes de colocar na mala.
E a Sylvia terminou a conversa assim:
Fala sério, gente! Não é o máximo? 

sexta-feira, dezembro 25, 2009

E acabou o Natal...

Bem, como uma boa parte das pessoas que me conhecem já sabe, acho Natal uma chatice. E nem preciso explicar porquê...
Passei os dias 24 e 25 quietinha aqui em casa, preparando tudo para a viagem que faremos para começar 2010 em grande estilo: Bariloche, lagos andinos, Puerto Mont e Santiago, com algumas escapadinhas para aqui e acolá.
Fiz um vestido, arrumei a casa, preparei as malas, fiz bolo, comi, fotografei tudo.
Agora é esperar que 2010 seja melhor que 2009.
Deixo a todos essa singela mensagem:

sexta-feira, dezembro 18, 2009

Presente só porque é Natal...

... tô fora!
Ou melhor, tô querendo ficar de fora.
Já venho pensando nisso há algum tempo.
Presente de Natal, presente de aniversário, presente de viagem...
Quando fiz 50 anos, ensaiei uma novidade: pedi aos meus amigos, que me acompanharam nas 5 festas que fiz naquele então, que não trouxessem presentes e que doassem um valor qualquer para um hospital cujo nome e número de conta eu forneci a eles. Parece que o povo gostou. Pelo menos "obedeceram".
Ano passado, combinei com uma amiga - e toda sua imensa família, por extensão - que aboliríamos entre nós os presentes de aniversário e Natal.
Vigorou!
Em 2009 nos presenteamos apenas com flores nos aniversários.
Fiquei de discutir essa questão com os amigos durante 2009, para que, ao menos no Natal, pudéssemos deixar pra lá essa troca, muitas vezes formal, de presentes.
O tempo passou... Não falei no assunto. Esqueci.
Agora estamos aqui, beirando a noite natalina, e cada qual pensando no tal do presente, presentinho, presentão...
Eu, inclusive!
E as lojas apinhadas de gente!
Começo agora então a campanha anti-presentes com data marcada.
Bom é dar e receber um presente que tem seu significado.
Uma coisa assim: você viu algo que tem a "minha cara" e quer me presentear com isso. Ótimo! Compre o mimo e me dê a qualquer momento. Ou mesmo guarde pra me dar no dia do meu aniversário... ou no Natal.
O chato é sair pelas lojas abarrotadas - ou não - em busca de um presente de aniversário ou de Natal.
Tá viajando. Viu algo bonitinho - e fácil de carregar - que poderia me agradar. Traga, sim! Mas não perca suas preciosas horinhas rodando no relógio a peso de dólar, euros ou outra moeda qualquer, procurando uma lembrancinha local pra me trazer. Vou gostar mais de saber das suas aventuras e de ver suas fotos.
Prometo fazer o mesmo em relação a vocês, meus amigos.
Topam?