De uns tempos pra cá, venho pensando em mostrar aos amigos - novos e antigos - como é minha vida. O que faço, aonde vou, o que vejo, o que penso. De Chico César - meu ídolo maior - emprestei o nome desse blog.
quinta-feira, dezembro 31, 2020
Breve resumo de 2020
segunda-feira, dezembro 21, 2020
Ocupação da varanda
Ali desfilaram amigos, familiares, comes e bebes, descanso, flores, festas, pores de sol, amanheceres, noites, luas, marés, navios, tartarugas marinhas e até uma arraia que apareceu pra dizer um oizinho bem no início da pandemia.
Postei a foto lembrança no Facebook e meu amigo Claudio sugeriu um mural da varanda.
De mural pra post no blog foi um pulo.
Selecionei alguns momentos na “varanda mágica”, como diz a Susy, pra comemorar esses 9 anos de ocupação.
Escolhi no Instagram e Facebook a esmo, sem nenhum critério.
Fiz uns prints meio marretas, mas assim dá pra ver a legendas escritas no calor da hora e, de quebra, alguém ainda pode se identificar em alguma curtida ou comentário.
Aí vai:
| Dezembro 2015 Foto: Ana Oliveira |
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| Dezembro/2018 Foto: Ana Oliveira |
domingo, março 24, 2019
Na ocupação
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| Foto: Ana Oliveira |
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| É ali: três janelas clarinhas, no penúltimo andar, à esquerda, acima do único toldo que se vê na fachada. |
terça-feira, outubro 16, 2018
Oi, sumida!
O que você leu até agora, foi escrito no início de setembro...
Hoje, 16 de outubro, retomo o post.
Será que agora vai?
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| Visconde de Mauá set/2018 Foto: Vilma Queiroz |
quinta-feira, fevereiro 11, 2016
Soberano... mas nem tanto
Diante do sucesso da empreitada, decidimos repetir a dose nesse ano. Escolhemos o Sovereign da Pullmantur para a viagenzinha de 2016. Antecipando ainda mais as comemorações, viajamos em janeiro.
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| Embarcando no Sovereign |
O lobby central do navio nos decepcionou. Nada daquele luxo que normalmente existe. Um espaço pequeno, com móveis surrados e pouco espaço pra sentar e curtir o people watching. Aliás, móveis em estado de conservação precário havia por toda parte...
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| Nosso cantinho predileto no lobby do Sovereign |
O primeiro almoço a bordo já mostrou que a comida não era lá essas coisas comparada com a de viagens anteriores.
E, vejam vocês, aquela lenda de que se pode comer durante 24 horas numa viagem de navio, não se aplica ao Sovereign. No meio da tarde, o buffet do último andar fechava e quem ainda não tivesse almoçado, ou quisesse fazer uma boquinha, tinha que se sujeitar a uma enorme fila ao sol, num balcão onde se serviam hamburgueres e pizzas, apenas.
Entre as bebidas incluídas no nosso pacote, estava o café. Delícia! Só que nem sempre as poucas máquinas de café existentes no navio estavam em funcionamento.
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| Cafezinho |
Havia também uma lista de drinks incluídos, mas todos os que experimentamos eram de qualidade duvidosa. Nada daquele charme de bebidas com decoração e salgadinhos acompanhando. É claro que todos esses mimos que encontramos em outras viagens têm a função de fazer com que o cliente consuma mais e mais, o que, no caso do Sovereign não interessava: quanto menos a gente consumisse, melhor pra eles. Assim, o serviço era lento e as bebidas não agradavam a ponto de querermos repetir.
Ah, a água mineral em garrafa NÃO estava incluída. Água só nas máquinas, que nem sempre estavam abastecidas. Água em garrafas eram vendidas à parte, por um precinho nada convidativo. Tivemos que nos virar com a água oferecida nos quartos, pelos camareiros, ao preço de dois dólares a garrafa.
Por outro lado, com cerveja e drinks alcoólicos à vontade, pode-se imaginar o nível de "alegria" dos passageiros.
E a música, ai, a música... Nada daquela diversidade de opções. Em todo canto havia música sertaneja em alto e bom som. Difícil conseguir um cantinho calmo, agradável.
Não fui às festas da piscina, mas meu pai, que não perde nenhum evento da viagem, me contou que eram bem escrachadas.
| Eleição da miss Sovereign, em foto feita pelo meu pai |
De bom, mesmo, só posso assinalar o atendimento dos funcionários. Tudo o que solicitamos foi atendido com atenção e certa rapidez.
Chegamos ao Rio de Janeiro com chuva. Das janelas do navio, parado no porto bem longe do terminal, víamos as poças de água e lamentávamos não poder descer rapidinho pra curtir a Praça Mauá, o Museu do Amanhã, o MAR – Museu de Arte do Rio.
Mas não sabíamos que o pior ainda estava por vir. Esperamos uma breve estiada e saímos do navio. Quando o ônibus do porto nos deixou no terminal, descobrimos que a saída que dava quase que diretamente na praça estava fechada.
Para sair dali era preciso caminhar bastante em direção contrária à praça, por um caminho improvisado, atravessar um calçadão em obras, andar até a rua paralela e voltar todo o trecho já caminhado até chegar à nova Praça Mauá. Agora, imaginem tudo isso com duas pessoas de idade, uma das quais com certa dificuldade de movimentação, e com calçadas molhadas e enlameadas.
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| Saída do porto, no Rio de Janeiro |
Mudamos os planos e, depois de atravessar as obras, tomamos um táxi até o CCBB. Foi uma boa ideia, o lugar é bonito e fica perto da Casa França Brasil, que também agradou aos nossos pais.
Voltamos de táxi até a Praça Mauá. Tivemos sorte de chegar ali sem chuva. Passeamos por lá, vimos a parte externa do novo museu, subimos ao terraço do MAR e almoçamos ali, no Mauá Restaurante, escapando assim da comida sem graça a bordo.
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| Na nova Praça Mauá, com o Museu do Amanhã ao fundo |
Na volta pro navio, topamos com a mesma dificuldade da saída: foi preciso caminhar muito e por caminhos nada amigáveis para chegar ao terminal marítimo.
Ufa! E nós que tínhamos escolhido esse roteiro exatamente pela facilidade...
No dia seguinte, lançamos âncora em Búzios. A descida à terra era feita por escunas locais que deixavam os turistas bem longe do centro da cidade. Caminhamos pela orla o quanto nossos velhinhos aguentaram e voltamos ao pier de táxi, a tempo de almoçar no navio.
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| Desembarcando em Búzios |
O dia seguinte foi de navegação, com as dores e delícias do Sovereign.
Um dia depois, aportamos em Santos um pouco desapontadas com o presente que oferecemos aos aniversariantes.
Fazer o quê?
¯\_(ツ)_/¯
Pode acontecer!
quarta-feira, junho 03, 2015
Fotógrafo & fotógrafa
Se Sebastião é coisa nossa, o mesmo não acontece com Vivian Maier, a fotógrafa americana cuja obra só foi descoberta em 2007, dois anos antes de sua morte.
Vivian trabalhava como babá e, nas horas vagas, usava sua Rolleiflex para fotografar pessoas e cenas comuns, além de alguns auto-retratos.
Desde 21 de abril, o MIS exibe O mundo revelado de Vivian Maier, uma mostra deliciosa do olhar dessa fotógrafa.
Pelos milagres da tecnologia, depois de ver a exposição, é possível tirar uma foto com a artista e uma das pimpolhas de quem ela cuidava. Olha a nossa:
Saí de lá hipnotizada com o olhar da Vivian.
No dia seguinte, quando tive uma câmera na mão, lembrei do que vi e me deixei levar pelo estilo Maier de fotografar, olhaí:
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| Alaíde Costa no Conversa com Verso |
domingo, maio 31, 2015
Estreando como vips
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| Foto: Georgia Branco |
Se eu disser que o disco está um espetáculo, vocês vão achar que é exagero de super-fã, mas é sério, tá tudo um luxo: músicas, interpretação, arranjos.
O CD chega logo, olha aí as informações que o próprio Chico postou no Facebook:















































