quinta-feira, janeiro 15, 2026

África de cabo a rabo - Parte 9

28 de setembro

Chegamos a Luxor. 

Do avião, pudemos ver o efeito do Nilo sobre a vegetação: nas margens, muitas plantações; no horizonte, o deserto espreita.

Do aeroporto já fomos direto ao impressionante e imenso templo de Karnak, com esfinges, estátuas e colunas decoradas por toda parte. 


Do outro lado da avenida, o templo de Luxor, menor mas não menos impactante. 


Na última foto, a distração do restaurador, que posicionou a pedra ao contrário e deixou um pé virado para o alto…

Ramsés II andou por esses dois templos e deixou estátuas por toda parte.

Olha essa: Nefertari, a principal esposa de Ramsés II, em miniatura, ao lado do tornozelo de uma das estátuas do rei (a bolinha no lado direito é justamente o osso do tornozelo de Ramsés).

Pra terminar a jornada, uma cerveja alusiva ao nosso passeio do dia anterior, por Sakkara, com o Nilo ao fundo.

29 de setembro

Enquanto vocês dormiam, a gente já estava sobrevoando Luxor ao amanhecer… 



O passeio começou cedo. Ainda estava escuro quando chegamos ao local. Parecia que nada ia acontecer.
De repente, tudo tomou vida. Gente e mais gente. Balões e mais balões. Subimos ao amanhecer e vimos o sol iluminar a cidade. Foi bem bonito!

Quando estávamos preparando a viagem e vi a referência ao passeio de balão, fui logo dizendo que não iria.
Mas… fui!
Fui e gostei.
A “navegação” é tranquila, suave. 
O que assusta um pouco é o fogo logo ali, ao vivo, acima das nossas cabeças.

Pra quem não estava querendo andar de balão,
a pessoa está alegrinha até demais! 🤷🏼‍♀️

E foi nesse dia que, finalmente, embarcamos no M/S Royal Lilly, o barco no qual faríamos nosso cruzeiro pelo Nilo nos próximos dias.
A cabine era bem agradável. Tinha um janelão inesquecível! 

Olha a vista da nossa janela!

O Royal Lilly estava ancorado bem perto do Templo de Luxor e foi fantástico ver o templo iluminado naquela noite!


Fomos dormir felizes na nossa primeira noite a bordo, mas ainda ancoradas no porto de Luxor.

Esse é o nono capítulo do relato fotográfico dessa longa viagem pela “África de cabo a rabo”. Quem deu esse nome para a nossa viagem foi meu irmão, Sylvio, quando soube que começaríamos no extremo sul e seguiríamos para o norte do continente africano.

99% das fotos são da Ana. 🤷🏼‍♀️

A viagem continua. Volte que vai ter mais histórias.

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sábado, dezembro 06, 2025

África de cabo a rabo - Parte 8

27 de setembro

Nosso último dia no Cairo começou com uma visita a Sakkara, uma necrópole com muitas pirâmides e mastabas, que também são túmulos, mas em forma retangular. 


 Diante da falsa porta na mastaba da Princesa Seshseshet Idut

Vimos muitas pinturas e relevos nas paredes: escribas, oferendas, caçadas, danças… de tudo um pouco.


Ali em Sakkara há pirâmides menores nas quais se pode entrar. São ambientes escuros e apertados. Criei coragem e fui ver a pirâmide Teti por dentro.

Acesso

Parede

Teto de estrelas

A seguir, visitamos uma escola onde crianças aprendem a fazer tapetes.

E, por último, fomos ao museu de Mênfis, ver o colosso deitado de Ramsés II, uma versão menor de esfinge e muitas outras peças descobertas na região.



Pra terminar bem esse passeio, fomos almoçar de novo um koshary no restaurante de Abou Tareck, com o nosso motorista e o nosso guia, de quem nos despedimos, porque no dia seguinte partiríamos para Luxor.

E aí, cometemos nossa segunda desobediência à ordem expressa da nossa agente de viagens, a Mô Gribel, para JAMAIS sair pelo Cairo sem a companhia do guia, e lá fomos nós pra night… 

Contratamos um passeio à Torre do Cairo e acabamos indo parar no restaurante da torre giratória do Hilton Cairo Grand Nilo Tower Hotel, cuja localização já havia nos encantado dois dias antes, quando nos jogamos na primeira insubordinação e fomos sozinhas passear de feluca pelo Nilo, ao entardecer. 😝

O restaurante não é excepcional, mas a experiência de estar ali girando vagarosamente e admirando diferentes ângulos da cidade à beira do Nilo foi bem boa. 

Foi giro, como diriam nossos irmãos portugueses. 🤣

E assim nos despedimos do Cairo.

Próxima parada, já contei: Luxor.

Lá vem mais calor! 🥵


Esse é o oitavo capítulo do relato fotográfico dessa longa viagem pela África, que começou pelo sul e teve sequência no norte do continente.

As fotos são minhas, da Ana e do nosso guia Ahmed.

Vai ter mais!

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domingo, novembro 30, 2025

Mais um aniversário!

 

Mais um ano contando histórias! 
👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏

quarta-feira, novembro 19, 2025

África de cabo a rabo - Parte 7

 25 de setembro

Pen-Hery, o agrimensor, com sua corda 
usada para medir e determinar 
fronteiras das terras agrícolas.

O dia começou com uma visita ao Bairro Copta.

Nessa área histórica, das mais antigas do Cairo, está concentrada a maior parte da comunidade cristã da cidade.

Entramos pela livraria antiga e visitamos a igreja dos mártires cristãos São Sérgio e São Baco, em cuja cripta, diz a lenda, estiveram abrigados Maria, José e o menino Jesus, durante a fuga para o Egito.

Fomos também à Igreja de Santa Bárbara, ao Convento de São Jorge e à sinagoga Ben-Ezra.

Próxima parada, Museu Nacional da Civilização Egípcia com seu belo acervo de peças e estátuas históricas, como a figura que abre esse post. E mais, o  “desfile” das múmias dos antigos reis e seus familiares, ponto alto da visita, que não pode ser fotografado. Mas tem todas elas na internet, né? 😉

O almoço foi no no enorme restaurante do senhor Abou Tarek.
Ele começou vendendo um prato típico em carrinhos de rua e hoje tem esse prédio inteiro. 



Meu novo frila,
como disseram a Mari Campos
e a Luciana Nóbile.
😂😂😂
É um restaurante de prato único, o koshary.
Consiste em três tipos de massa, arroz, lentilhas, grão-de-bico, molho de tomate e cebola frita e é finalizado na mesa. Dá uma olhada! 👇



Adoramos tudo! E voltamos mais duas vezes durante nossa curta estadia no Cairo. 

O dia terminou com um passeio de feluca, um barco a vela típico.

Foi o nosso primeiro encontro com o Nilo.

Desde o pôr do sol…

… até a aparição da lua.

26 de setembro

Dia de visitar as famosas pirâmides, em Gizé. Aquelas que eu via em figurinhas de álbum, na infância. Lá estavam elas, imponentes!

Andamos de camelo, apesar dos medos. Foi uma epopéia que pretendemos não repetir jamais! 

O meu camelo se chamava Michael Douglas
e o da Ana, Charlie Brown…

Depois disso, fomos ver a esfinge e procurar vagas na multidão pra conseguir uma boa foto!



Antes do almoço, Ana foi aprender umas dicas de panificação com a simpática padeira local e até ganhou um pãozinho para acompanhar nossa refeição. 😜


E lá fomos nós visitar o novíssimo Grande Museu Egípcio!
Diante da estátua de Ramsés II, constatamos que não iríamos conseguir ver tudo o que havia para ser visto. 
A manhã tinha sido intensa e cansativa.
Tivemos que nos contentar com os melhores momentos do museu, selecionados pelo nosso guia. 
Que pena! O museu é um espetáculo!
Acho que vamos ter de voltar, um dia, inclusive porque duas salas importantes do museu - Tutancâmon e A Barca Funerária de Quéops - ainda não estavam abertas naquele então.


Esse é o sétimo capítulo do relato fotográfico dessa longa viagem pela “África de cabo a rabo”, expressão cravada pelo meu irmão Sylvio, já que começamos no extremo sul e seguimos para o norte do continente africano.

As fotos são minhas, da Ana, do nosso guia Ahmed... e do "cameleiro".

Vai ter mais, muito mais! Volte!

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terça-feira, novembro 11, 2025

África de cabo a rabo - Parte 6

 23 e 24 de setembro

África do Sul foi um sucesso! Cidades, safáris, passeios, comida, vinhos. Tudo muito bom.

Chegou o momento de aeroporto e trâmites para o voo rumo ao próximo destino.

Foi uma viagem longa. 

Uma travessia.  

África, de cabo a rabo, como disse meu irmão logo que soube do nosso roteiro.
Viajamos pela Turkish, com uma rápida conexão em Istambul.
Na manhã seguinte, desembarcamos faceiras no Cairo!


Adeus para os animais e olá para as múmias. 😂
Adeus para a ordem e modernidade da África do Sul e olá para a empoeirada e confusa Cairo.

E já no primeiro dia os tais quarenta séculos 
nos contemplaram no horizonte.

Tão logo aterrissamos, já nos esperava Hossam, o representante do receptivo local: Afro Asian Travel, com os nossos vistos na mão.
Hossam nos ajudou na burocracia da chegada e nos conduziu pelo trânsito caótico da cidade ao encontro do nosso guia, Ahmed.
E foi assim que iniciamos o tour daquele dia, diretamente do aeroporto para a Mesquita de Muhammad Ali, também conhecida como Mesquita de Alabastro.
Como dizia meu pai: “turismo é ação”!




Em seguida, um rápido passeio pelo Khan el Khalili, uma amostra emaranhada e ampliada dos muitos mercados que veríamos nos próximos dias.


O primeiro almoço egípcio foi ali mesmo, na região do mercado, no turístico Naguib Mahfouz. 
Comida regular, em ambiente típico.


Em seguida, nosso guia Ahmed nos levou ao El Fishawy, o animado café dos espelhos, no meio do Khan el Khalili.




   Tomando chá com menta no El Fishawy.


Esse é o sexto capítulo do relato fotográfico dessa longa viagem.
As fotos são minhas e da Ana. 
Vai ter mais, muito mais! Volte!

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