Mostrando postagens com marcador Rubi. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rubi. Mostrar todas as postagens

domingo, junho 29, 2014

Brincando de turista perto de casa


Um dia desses recebi um e-mail do Le Club da Accor Hotels avisando que meus pontos com eles estavam por vencer e que, para mantê-los, eu deveria fazer ao menos uma hospedagem nos hoteis da rede. 
Pra dizer a verdade, eu nunca usei as vantagens oferecidas pelo programa e acho até que algumas vezes me esqueci de pedir a pontuação. 
Mas, diante da iminência de perder - seja lá o quê - a gente corre, né?
E foi assim que, antes da viagem para Manaus, nos hospedamos no Ibis Guarulhos. E eu consegui manter os meus 87, eu disse oitenta e sete, pontos no Le Club. 
Pois é, só na hora da reserva é que me dei conta de que os pontos ameaçados eram tão poucos...
Um tempinho depois, Ana recebeu o mesmo aviso. Os pontos dela também estavam por expirar. 
Pensando em mantê-los, ela foi antes conferir e viu que eram quase 700 pontos. Opa! Bora tomar providências, então!
Nenhuma viagem à vista que pudesse contemplar uma ou mais noites num dos hoteis da rede Accor... Prazo vencendo, decidimos escolher uma oportunidade de hospedagem em São Paulo mesmo.
E a chance surgiu na última sexta-feira. 
Estávamos com ingressos para um show do nosso queridinho Rubi, que comemorava 30 anos de carreira com uma apresentação no SESC Santo Amaro. 
Bem, todo mundo sabe que Santo Amaro é (quase) outra cidade. Aliás já foi, sim, um município independente entre o final do século 19 e meados do século 20.
Além disso, chegar até lá num fim de tarde de sexta-feira, poderia ser uma tarefa cansativa.
Juntando essas razões com a necessidade de cumprir uma hospedagem valendo a manutenção dos tais pontos do Le Club, reservamos uma noite no Mercure São Paulo Nações Unidas, que fica na região do SESC Santo Amaro e estava oferecendo uma promoção com precinho de Ibis, incluindo café da manhã. 
Chegamos no meio da tarde e o lobby estava movimentado, com hóspedes/torcedores: o hotel faz parte da rede de hospedagem da FIFA.
O check in, embora já feito on line, foi lento. Apenas dois recepcionistas: uma delas atendendo hóspedes estrangeiros e falando um péssimo inglês; o outro, que nos atendeu, devia ser estagiário (embora essa informação não constasse do seu crachá).
Achamos o Mercure São Paulo Nações Unidas meio caído: carpetes surrados e manchados, rejuntes escurecidos pelo uso e pelo tempo, ar condicionado de janela, toalhas gastas e pequenas... Sem contar o episódio do chocolatinho de boas vindas que eu já  comentei exaustivamente nas redes sociais: havia apenas UM para DUAS chocólatras! Mas o conforto foi condizente com o padrão já conhecido: quarto grande, cozinha equipada com fogão, geladeira e microondas, cama confortável, wi fi grátis e operante, café da manhã bem gostosinho e estacionamento cobrado à parte: R$ 15,00 a diária.
Relaxamos, descansamos da noite anterior que havíamos passado a bordo do ônibus da Andorinha, de volta de Assis, e saímos tranquilas para o show, que, claro, foi lindo! Ó as fotos da Ana aí.
No dia seguinte, depois de uma noite de bom sono, tomamos o café da manhã e partimos direto e reto para Santos. 
Era o dia do Brasil estrear nas oitavas de final da Copa e foi um jogo de matar, amiguinhos!

sexta-feira, agosto 23, 2013

Precioso Rubi

Um banquinho, um violão... 
Ops! Duas cadeiras, dois violões, uma guitarra e muita sensibilidade! 
Essa é a fórmula do novo show que Rubi está apresentando por esses tempos no Espaço Parlapatões em São Paulo e na Caixa Cultural em Curitiba.  
Foto: Ana Oliveira
Fomos ontem e saímos de lá em estado de graça. 
Pela voz de Rubi, ora doce, ora cortante, ora suave, ora inflamada e  pelos acordes da alva guitarra manejada por Estevan Sinkovitz, passaram versos e notas de Alceu Valença, Chico César, Itamar Assunção, Getúlio Côrtes, Tata Fernandes, Caetano Veloso, Cândido das Neves, Marco Michelângelo (anote esse nome, o cara é muito bom!), Gilberto Gil e outros bons.
Estávamos sem câmeras. Ruim, pois não pudemos registrar os lindos momentos da interpretação do artista. Bom, pois pudemos esquecer os cliques e nos envolver com o clima de emoção e delicadeza que rolou na noite paulistana, naquela pequena sala do Espaço Parlapatões. 
Quem mora em Sampa ou em Curitiba, não pode perder. E quem não mora... que corra pra uma dessas cidades pre ver a aquela belezura.
De nossa parte, voltaremos!

sexta-feira, novembro 09, 2007

Paisagens humanas

Novembro começou com a visita de Licia e Maria Clara. Na verdade, chegaram ainda em outubro, no último dia. Além de apresentar São Paulo para Maria Clara, que nunca havia saído de seu mundinho baiano, Licia veio comemorar aqui seu 40° aniversário e ver o show de lançamento do CD Paisagem Humana, de Rubi.
A visita fica registrada nessa foto, tirada no saguão do cinema Arteplex, enquanto esperávamos a hora de ver Piaf.
Os shows de Rubi foram uma belezura!
Aconteceram entre 17 de outubro e 1° de novembro. Lugar "novo". Um andar inteiro do prédio do SESC Av. Paulista, adaptado para o show. Poucas cadeiras - 50 segundo disseram na bilheteria - e o resto do espaço livre para o show. 11° andar, com janelas para a cidade.
Quando o público entra a coisa já está rolando: tudo à meia luz e Cristiano Karnas fazendo performances ao som dos instrumentos de Estevan Sinkovitz , Luiz Gayotto e Luciano Barros.
Espalhados pelo espaço, arranjos feitos com tiras de tecido cru refletem luz e imagens.
Quando todos estão acomodados, entra Rubi. Começa o show com a minha música preferida do CD: Gira de meninos.
Durante o show, muitas vezes Cristiano volta com suas performances e Rubi o acompanha. Correm pelo espaço todo. Brincam. Rubi canta, dança, chora, emociona. Nem tudo o que está no CD foi cantado, mas em compensação há músicas novas, inclusive Iluminada.
Coloco aqui o folder do show, mas já adianto que a lista de músicas não corresponde exatamente ao que foi cantado. A linda Na gira do mundo não apareceu no show. Pena!

***

Ao todo foram 6 apresentações. Fui a 4 delas.
Fica aí um registro feito no último dia:
Filminhos... fiz, sim, mas não coloquei no youtube. Licia e João puseram os seus. Quem quiser ver, veja:

quarta-feira, julho 26, 2006

De onde vem a calma

Fui ver Rubi ontem, de novo.
Chico César estava por lá. Foi levar seu abraço ao Rubi.


E aproveitou pra dois dedos de prosa com Gero Camilo.
Drika Bourquim, fotógrafa de plantão, registrou tudo e muito mais, com suas lentes maravilhosas...
*
Dessa vez gravei outra música: De onde vem a calma, do Marcelo Camelo.
*

*
Gravei na hora do bis... perdi a primeira parte!

quinta-feira, julho 20, 2006

Agora sim...

Então, como eu prometi - a todos e a mim mesma - voltei ao show do Rubi no Crowne Plaza e fiz o tal clip. Ficou lindo, modéstia à parte! Aí está, pra quem quiser conferir:



Bom, agora fica a vontade de fazer outro clip, com "De onde vem a calma", do Marcelo Camelo - do Los Hermanos, com a qual Rubi encerra lindamente o show.

***
De onde vem a calma daquele cara?
Ele não sabe ser melhor, viu?
Como não entende de ser valente
Ele não saber ser mais viril
Ele não sabe não, viu?
Às vezes dá como um frio
É o mundo que anda hostil
O mundo todo é hostil
De onde vem o jeito tão sem defeito
Que esse rapaz consegue fingir?
Olha esse sorriso tão indeciso
Está se exibindo pra solidão
Não vão embora daqui
Eu sou o que vocês são
Não solta da minha mão
Não solta da minha mão
Eu não vou mudar não
Eu vou ficar são
Mesmo se for só
Não vou ceder
Deus vai dar aval sim,
O mal vai ter fim
E no final assim calado
Eu sei que vou ser coroado rei de mim.
***
Será que vou conseguir?

quarta-feira, julho 05, 2006

Por tudo que for

Ontem teve Rubi novamente.
Foi no Crowne Plaza.
Tinha pouca gente. Pena!
O show se repetirá todas as terças-feiras de julho.
Tomara que mais gente possa ver esse menino cantar!

Um dos momentos mais lindos foi quando ele sentou no chão, ao lado de um dos músicos e cantou:


Por tudo que for
E depois
A luz se apagou
E eu não consigo mais ficar sozinho aqui
Sem você
É tão ruim
Não tem sentido, prazer, não há mais nada
Por favor
Não me interpreta mal
Eu não queria nem devia te magoar
O tempo vem
O tempo vai
Passa por mim meio assim, meio assim devagar
Vou dormir sentindo
O que a solidão pode fazer
A um ser ferido
Por saber que o erro era meu
Já passou
Agora já passou
Mas foi tão triste que eu não quero nem lembrar
Ver você
Ter você
E querer mais de nós dois não tem nada demais
E pensar
Você aparecer
Pela janela tão bonita de manhã
Vem pra mim
E não vai mais
Me abraça, me abraça, me abraça, por tudo que for
________"""_______"""_______"""_______"""_______
Foi tão lindo! Devia ter filmado.
Mas volto no dia 18 e aí filmo, eu juro!
Mas fotos... tem sim! Estão aí:
Por tudo que for
PS. Se eu fosse o Lobão, nunca mais cantaria essa música... deixaria só pro Rubi cantar!

quinta-feira, maio 11, 2006

Mais samba e menos lágrimas

Era 10 de maio. Dia do aniversário de Rubi, essa voz encantada que veio lá do centro oeste para acariciar nossos ouvidos de "tons tão sudestes".
O show era em Santo André. No saguão do Teatro Municipal, ao lado do Bar do Alemão.
Palco improvisado, pequeno. Rubi e seus músicos conseguiram se acomodar no espaço e o show foi mais uma vez maravilhoso.
Como já havíamos visto no Crowne Plaza no início de abril, nosso menino cantou como nunca, uma música atrás da outra, sem intervalos para aplausos. Guardamos as palmas para o final.
Além das músicas do CD Infinito portátil, ouvimos ainda Blues da piedade, do Cazuza, Por tudo o que for, do Lobão, Primavera, do Wisnik.
E ainda o antigo samba Tristeza, de Haroldo Lobo e Niltinho, mesclado com versos encantados de Sérgio Pererê, em Mais samba e menos lágrimas.
Ouçam:

Fiquem de olho!
Um passarinho me contou que Rubi estará em temporada no Crowne Plaza em julho.

Termino com um momento de mea culpa.

No relato que fiz do show anterior escrevi:
  • Ceumar participou também. Vestida de branco, entrou no palco com um ramo de flores e entregou ao Rubi. Juntos cantaram Tristeza e uma versão que eu não conhecia daquela música Tiro ao Álvaro, do Adoniran. A melodia era a mesma mas as palavras eram bem outras: falavam de amor.
Nada disso! Dessa vez Ceumar não participou, mas a música Tristeza vinha acompanhada de trechos da bela Mais samba e menos lágrimas, do Pererê.
Pra me penitenciar, coloco aqui a letra dessa canção.

A solidão
É jarra que vaza vazia
A um segredo revelado em cada canto
E todo Santo Sofre de esquizofrenia
De tanto lançar sonhos no ar
Acho que mereço um amor
Com mais samba e menos lágrimas
De tanto jogar flores no mar
Acho que mereço um amor
Com as bênçãos de Iemanjá
Se o amor é bom
Por que só me faz chorar?
Só pode alguma coisa
Estar fora do lugar
Se existe alguém
Se existe um luar
Se existe um trem do amor
Que possa me levar
Algo de bom
Quero esperar
Mais todo tempo do mundo
Eu não tenho pra sonhar
De tanto jogar flores no mar
Acho que mereço um amor
Com as bênçãos de Iemanjá

Será que Pererê vai me perdoar?

quinta-feira, março 30, 2006

Infinito portátil - o show

Foi ontem, no teatro do Hotel Crowne Plaza.
Tapete branco no palco, todo mundo descalço e vestido de branco. Casa cheíssima. Tinha até gente sentada no chão.
Rubi estava em plena forma. Cantou como nunca, uma música grudada na outra, o público nem tinha oportunidade de bater palmas. Quando deu uma brechinha foi um aplauso sem fim.
Além das músicas do disco, cantou outras que nunca ouvimos na voz dele. Por exemplo, Blues da piedade, do Cazuza e Por tudo o que for, do Lobão. Aí está a foto que tirei do roteiro de um dos músicos.

Ceumar participou também. Vestida de branco, entrou no palco com um ramo de flores e entregou ao Rubi. Juntos cantaram Tristeza e uma versão que eu não conhecia daquela música Tiro ao Álvaro, do Adoniran. A melodia era a mesma mas as palavras eram bem outras: falavam de amor.

Rubi voltou para o bis duas vezes.
E, claro, após o show apareceu no saguão para o costumeiro "beija-mão".
Foi assim... simplesmente emocionante!

domingo, janeiro 22, 2006

Chico, outra vez...

A cada show, Chico fica melhor...
Estivemos ontem vendo-o em Santo André. O público era diferente. Animado. Embora ninguém tenha se levantado pra dançar, participaram com palmas e elogios. No beija-mão, Chico apareceu de sandália rasteirinha de couro, daquelas dos anos 70, de dedo...
Hoje voltaremos a Santo André, para ver o show pela quinta vez... De presente de aniversário, levaremos duas fotos feitas por nós. Será que ele vai gostar?
Por falar em foto, num jornal do ABC, onde anunciavam o show, aparecia uma foto de Ana. Vejam:
http://www.reporterdiario.com.br/index.php?id=3364
Ontem fomos também ver Felizardo. Participa No Stoppa, que nos surpreendeu: anda em pernas-de-pau, se pendura em uma argola no teto e faz evoluções. Gostamos bastante.
Na sexta-feira teve Kléber outra vez. A anunciada participação de Rubi não aconteceu, embora o garoto estivesse por lá. Kléber teve que encerrar o show de repente. Parece que aconteceria algum outro evento no local... Não teve nem bis, mas teve beija-mão, claro! Com Kléber e Rubi. Olintho, Marcela e Darcio - mineiro bethaníaco residente no Rio e amigo de Olintho - estavam conosco.
Parece que gostaram de tudo. Sem nem mesmo ouvir Rubi, os dois compraram o CD Infinito Portátil. Marcelinha até posou ao lado do cantor. Vejam que lindinhos:
E Darcio levou também CDs do Kléber... Acho que vamos pedir comissão pelas vendas! (risos)

Depois rolou uma caiprinha de frutas vermelhas acompanhada de polenta com gorgonzola, no Genésio. Programinha básico.
A novidade é que Ana cortou o cabelo pra viagem:
Hoje ficaremos recolhidas ao lar pra preparar tudo pra viagem de amanhã. Sairemos só pro show de Chico.
***
Atualizado em 06/03/2011.



quarta-feira, janeiro 11, 2006

Rubi em dose dupla

Teve Rubi na segunda-feira e na terça-feira. Fomos nos dois dias. Será exagero? Parece que não... tinha tanta gente repetindo a dose! Será que estamos surtando coletivamente?
Mas valeu a pena: o menino está cantando cada vez melhor. Pessoalmente, gostei mais do primeiro dia. Mas no segundo dia, teve música nova... ao menos pra mim. Era Noite de São João, de Vitor Ramil e Fernando Pessoa. Linda! Cantou em dueto com Luciano Barros. Gravei um pedacinho. Gravei também parte da participação de Gero Camilo. Amanhã vou ver se descubro um meio de colocar meus clipezinhos aqui. Por enquanto, coloco só uma foto.

domingo, dezembro 25, 2005

Pra terminar e recomeçar

2005 foi um ano de muita música. Não que essa arte estivesse fora de minha vida antes... Mas é que no ano que se finda, por conta de ter conhecido um grupo que freqüenta assíduamente os shows musicais que o circuito alternativo paulistano oferece, a música e seus artífices estiveram mais perto de mim. Também não posso deixar de "responsabilizar" a comunidade Maria Bethânia Telles Velloso, do orkut, e seus participantes que se tornaram amigos e que me levaram a ver Bethânia várias vezes, no Rio e em São Paulo. Foram muitos shows, Festival da Cultura, Prêmio VISA. Muitas fotos. Muita gente incorporada ao grupo dos amigos especiais.
Pra terminar 2005, houve o Ultra-som do pré natal, show em altíssimo astral com um grupo de artistas muito queridos: Rubi, Kléber Albuquerque, Tata Fernandes, Luiz Gayotto, Roseli Martins e Arícia Mess.
Na platéia, quase só amigos. Clima de festa!

Amanhã saio de viagem. Rumo a Recife, Porto de Galinhas e João Pessoa. Vai comigo, Ana, minha companheira de viagens, de shows e de outras coisas mais.
Há um trecho da música Mar interior, de Maria Tereza, gravada por Rubi em seu Infinito portátil, que ilustra bem esse momento:

Eu vou partir num vapor vulgar
Vou me lançar em alto mar
Eu vou partir num vapor vulgar
Vou viajar
Vou ver estrelas
E voltar
É isso! Vou ver estrelas... mesmo! Pois pra começar 2006 estaremos cantando com Chico César - meu ídolo maior - na praia, em João Pessoa. Digam se não é TUDO DE BOM!!!!!!!!!
Transcrevo a mensagem que enviamos para os amigos, pra 2006 :
"Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor. Outras vezes encontro nuvens espessas. Avisto crianças que vão para a escola. Pardais que pulam pelo muro. Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar. Marimbondos: que sempre me parecem personagens de Lope de Vega. Às vezes, um galo canta. Às vezes, um avião passa. Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino. E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las ver assim."
(Cecília Meireles – “Arte de ser feliz”)
Que em 2006, sua janela e seu olhar sejam como os de Cecília...
Em outras viagens, sempre houve um cybercafé em nosso caminho. Se a sorte seguir conosco, contarei notícias fresquinhas da viagem... Caso contrário, guardá-las-ei com cuidado para que não se percam até a volta.

sábado, dezembro 17, 2005

Infinito Portátil

Alegre e emocionado Rubi estava em uma de suas melhores noites. Sorte nossa - seus fãs- que tivemos uma noite iluminada.
Com Gero Camilo, cantou Ai, música linda de Kléber Albuquerque e Tata Fernandes, que também estiveram no palco cantando com Rubi e Gero. A música terminou com os quatro abraçados... Lindo!
Pra quem não conhece, aí vai:



Ai(Kléber Albuquerque e Tata Fernandes)
deu meu coração de ficar dolorido
arrasado num profundo pranto
deu meu coração de falar esperanto
na esperança de ser compreendido
deu meu coração equivocado
deu de desbotar o colorido
deu de sentir-se apagado
desiluminado
desacontecido
deu meu coração de ficar abatido
de bater sem sentido
meu coração surrado deu de arrancar o curativo
deu de cutucar o machucado
deu de inventar palavra
pra curar de significado
o escuro aço denso do silêncio

do coração trespassado

Com Kléber e Tata, Rubi cantou Por onde e Maluca. E ainda teve Arícia Mess.
E o disco? Difícil até de dizer: é mesmo orgânico, como o define Rubi. Caixinha de madeira, com gravura pirografada, encarte em papel pardo... simples e original, tem até cheirinho de madeira. As músicas têm a marca do bom gosto e da interpretação sensível e emocionada do nosso amigo.
Precisa dizer mais?
Pra quem perdeu, tem mais:
  • ULTRA-SOM DO PRÉ-NATAL - Tata Fernandes, Arícia Mess, Roseli Martins, Kléber Albuquerque, Rubi e Luiz Gayotto, se reunem no palco no show Ultra-Som do Pré Natal, num clima de celebração de fim de ano. No repertório, músicas pop-natalinas, ou seja, canções que falam de amor, alto astral, felicidade, alegria, amizade e paz. Proibida a entrada de menores de 18 anos. R$ 10,00; R$ 7,50 (usuário matriculado). R$ 3,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes). R$ 5,00 (acima de 60 anos e estudantes). Dia(s) 22/12 Quinta, 21h. SESC Pompéia
  • Rubi - Escolhido pelo juri popular do Prêmio Visa 2005 como melhor intérprete, o cantor apresenta um show de música popular brasileira, onde mescla raízes da música regional às sonoridades da música pop urbana. Acompanhado de um trio formado por Luciano Barros (violões, baixo e vocais), Estevan Sinkovitz (violões, guitarra, cavaquinho e vocais), e Luiz Gayotto (percussão, violão e vocais), traz no repertório algumas composições de seu primeiro cd, além de músicas inéditas de novos compositores, tais como, Roseli Martins (Tudo de novo), Maria Thereza (Mar interior) e Gero Camilo (Infinito Meu) - que farão parte de seu novo Cd. O show conta ainda com músicas de Zé Miguel Wisnik, Vitor Ramil, Milton Nascimento e Fernando Brant, Adelino Moreira e Nelson Gonçalves. Grátis Dia(s) 09/01, 10/01 Segunda e terça, 20h SESC Consolação