segunda-feira, setembro 03, 2012

Pesquisa da ABBV

O "De uns tempos pra cá" logo-logo vai completar 7 aninhos. Nasceu da ideia de contar um pouco do que penso e faço, uma espécie de diário de bordo. 

Conta daqui, conta dali... e as viagens tomaram um lugar de destaque no blog. 

Tanto que até passei a fazer parte da recém criada ABBV (Associação Brasileira de Blogs de Viagem), a primeira associação no gênero. 

Pois, agora, a  ABBV, em conjunto com seus associados e em parceria com a empresa de pesquisas Idealis,  está realizando um estudo para:


-  mapear o perfil dos leitores de blogs de viagem no Brasil;
-  entender a importância dos blogs como fonte de informação durante o planejamento de uma viagem. 

Existem diversas pesquisas que mostram que a Internet é um dos principais meios de consulta para busca de informações sobre viagens e destinos. Uma pesquisa feita pelo Ministério do Turismo em 2009, por exemplo,  revela que 39% dos brasileiros que viajam regularmente usam a Internet para buscar informações na hora de planejar uma viagem. Sendo que agências de viagem, revistas, guias turísticos, jornais e televisão, somados, representam apenas 18,4%.  Outra pesquisa, realizada pela Comscore, mostra um crescimento no Brasil em 42% do acesso à Internet para planejamento de viagem entre 2010 e 2011.

Mas como os blogs de viagem se inserem neste cenário? Esta é a resposta que estamos buscando. E você pode nos ajudar. Basta clicar no link abaixo e responder o questionário. É rapidinho, não vai tomar mais do que 5 minutos do seu tempo.

https://www.surveymonkey.com/s/PesquisaABBV

A pesquisa deve durar 7 dias, de 03 a 10 de setembro. Mas, como será preciso compor uma amostra, talvez seja necessário prolongar a duração.

(texto sugerido pela Diretoria de Informação e Pesquisa da ABBV)

segunda-feira, agosto 27, 2012

Rio de Janeiro... sempre!

E depois de Ouro Preto e Belo Horizonte, seguimos para o Rio de Janeiro.
Das janelas do nosso quarto enorme - e sem graça - do Hotel Debret, víamos o mar, a feirinha de Copacabana, o Pão de Açúcar e o Forte.
O tempo não estava lá essas coisas por lá. Mesmo assim, fizemos bons programas, muitos deles gastronômicos.
Pra começar, fizemos comprinhas na Rebecca Barreto, nossa queridinha!
Depois, debaixo de uma chuvinha fina, nos encontramos com o Sandro Fortunato pra uma cervejinha no Pavão Azul. De lá, fomos pro Cirandinha, almoçar.
À tarde, visita ao MAM pra ver a recém inaugurada exposição do artista Alberto Giacometti, ideia da Mônica, nossa amiga sempre antenada. Vale a pena!
Fim de tarde no Bar Urca, com direito a paxtéis e pôr de sol. Lugar muito agradável. Quem não conhece, precisa conhecer. E eu não conhecia...
O jantar foi no Irajá Gastrô. A Monica tentou reservar. Não tinha mais lugar. Fomos assim mesmo. Chegamos cedo e conseguimos uma mesinha de um cliente retardatário... ou desistente. Comida bem boa. Só não gostamos dos chips de mandioca, que chegaram à mesa um tantinho engordurados. 
E como o tempo não estava pra passeios ao ar livre, Monica sugeriu um giro no CADEG para o dia seguinte.
Fomos e amamos. 
Passeamos pelo Mercado de Flores. Experimentamos o bolinho de bacalhau do Beco das Delícias e almoçamos como rainhas no Barsa.



E reservamos a noite para um encontro com a Marcelinha, que cresceu e virou um mulherão! Fomos ao ruidoso Belmonte, em Copacabana. Ó nóis aqui do lado!
Também, fizemos questão de estar no Rio numa sexta-feira pois queríamos experimentar o picadinho da Roberta Sudbrack.
E fomos!
Com Monica e Vera, nos entregamos aos prazeres do RS. E valeu! Ó nóis aí tra veis!


Do RS fomos diretinho pro Santos Dumont, felizes pelos dias de férias entre MG e RJ.

sábado, agosto 04, 2012

Belo Horizonte

E assim, depois do final de semana em Ouro Preto, partimos para Belo Horizonte.
A viagem de volta começou com o percalço do carro que não "pegava" e a parada em Itabirito, como já contei aqui.
Nosso histórico de passagens motorizadas por BH sempre incluiu erros pelo caminho com voltas e mais voltas pelas avenidas da cidade. Dessa vez, como decidimos devolver o carro numa agência no centro da cidade, fizemos um mapa caprichado pela internet e conseguimos chegar à Av. do Contorno sem nenhum errinho! Mas... a entrega do carro devia ser feita num endereço diferente daquele onde fica a agência. Tínhamos tudo anotadinho. Chegamos ao local e não vimos nenhuma placa da locadora. Ficamos inseguras e... passamos do local. 
Passar do local numa avenida grande e movimentada de uma cidade desconhecida é sempre sempre um perrengue. Mas conseguimos nos localizar. 
Foi daí que lembramos que, na euforia de chegar sem erros, esquecemos de passar num posto para abastecer o veículo! Toca procurar um posto. Essa busca nos levou a mais algumas voltinhas pela cidade: eu na direção e Ana no GPS do iPod. Conseguimos! 
Voltamos ao local, um estacionamento terceirizado, quase em frente ao escritório da Unidas, e demos com uma atendente malcriada que disse que o funcionário da locadora não estava ali naquele momento e que teríamos que ir ao escritório procurar por ele. Ana foi e eu fiquei por lá com o carro, as malas e o mau humor da funcionária. 
Carro vistoriado e entregue, arrastamos nossas malinhas até o escritório, com direito a atravessar as duas vias movimentadíssimas da Av. do Contorno, para o acerto de contas. Processo perfeito pra devolução de carro numa cidade grande, né? 
Reclamamos do perrengue na saída de Ouro Preto - falta de combustível no reservatório de partida - e, depois de muita conversa e vários telefonemas, conseguimos a promessa do ressarcimento do que foi gasto em táxi para ir ao posto lá na cidade histórica. 
De lá seguimos em táxi até o Mercure Belo Horizonte Minascentro Hotel, nosso antigo conhecido.
Esse Mercure não é uma Brastemp, mas serviu muito bem aos nossos propósitos: fuçar no Mercado Central, flanar pelo centro e partir no dia seguinte de ônibus para o aeroporto de Confins.
Nossos aposentos no hotel incluíam sala, cozinha, área de serviço, quarto, banheiro e mais uma suíte. Um luxo, maior que nossos apês! Tudo precisando de um tapinha na conservação, mas perfeitamente habitável.
Charlotte ficou com o quarto e nós com a suíte. Sorte nossa, porque no quarto não havia uma tomada, sequer! Nada de TV, luz de cabeceira, carregamento de equipamentos... nada! A vista do hotel também não é lá essas coisas...
No Mercado, andamos pelos corredores fuçando tudo, experimentamos queijos, almoçamos no Casa Cheia e, no dia seguinte, tomamos café da manhã no Dona Diva Café & Quitandas. Tudo seguindo a indicação da Constance Escobar nesse post aqui. Aliás, foi esse post que nos motivou para ficar um dia em BH nessa viagem! 
Como já era tarde, não enfrentamos as comentadas filas do Casa Cheia. Sorte! Comida simples... de boteco, mesmo! Boa, mas não inesquecível.
Depois do almoço, tentamos um café no Dona Diva. Estavam pra fechar - eram quase 17h - e não havia mais pão de queijo. Deixamos pro dia seguinte e fomos muito bem atendidas. As quitandas são mesmo uma delícia.
Passeando pelo centro à noite, tomamos uma cervejinha no agradável Café Biografias, contemplando o movimento da cidade e o Centro de Cultura de Belo Horizonte.
Voltamos ao Edifício Maletta no dia seguinte para um almocinho na Cantina do Lucas, que já conhecíamos de outras viagens, e que está comemorando 50 anos de existência. Comemos bem ali. Comidinha mineira honesta, num cenário bem urbano.
Pra finalizar a comilança, fomos comer a sobremesa no Benzadeus Café, logo ali na esquina. Achamos meio sem graça, mas pode ter sido má sorte na escolha... dos doces e da atendente. Acontece!
Última etapa desse pitstop belorizontino: Conexão Aeroporto, o ônibus executivo que vai até Confins. Serviço bom, preço justo.
Próxima parada: Rio de Janeiro!



quarta-feira, julho 25, 2012

Ainda Ouro Preto

Coisinhas que esqueci de contar no post anterior:
  • Já ficamos no Pouso do Chico Rey de outras feitas. Em 2007, Ana fez um arquivo pps - se usava naquela época - com imagens da pousada. Tá aqui.
  • Algumas alunas nos brindaram com ingressos para a apresentação da peça Memorial de Silêncios e Margaridas, que estava sendo apresentada na Casa da Ópera - bem do lado da nossa pousada - como parte do Festival de Inverno da cidade. Fomos. A apresentação foi fraca, mas rever a Casa da Ópera foi uma delícia. 
  • Tomamos umas cervejinhas e comemos uns petiscos no Empório dos Meninos, na Rua do Aleijadinho, pertinho da Igreja de N. S. da Conceição de Antonio Dias. O lugar é uma delícia. Atendimento bom e free wifi. Fabrício, um dos donos, nos contou que estão montando uma pousada ali mesmo. Vamos ficar de olho. Será a Pousada dos Meninos. (O site ainda não está pronto.)
  • Descobrimos um misto de brechó+bar+café do lado da Igreja do Rosário. Na calçada tocavam jazz. Sentamos dentro e esperamos um longo tempo por um pão de queijo que diziam ser dos melhores da cidade. Gostamos do pão de queijo, sim. Mas gostamos mais do lugar. É o Barroco e Barraco. Vale a visita!
  • Saímos de Ouro Preto no dia 16 de julho, dia de N. S. do Carmo. E como estávamos ali, do ladinho da igreja da festa, demos um pulinho lá antes de partir. Teve sinos e missa festiva. E durante a semana anterior, houve novena e muito bimbalhar de sinos. Ana gravou um pedacinho da "badalação" numa das vezes em que estivemos ali pra ver o belo pôr-de-sol. Taí, é só uma amostrinha, a coisa toda durava 10 minutos contados no relógio: 
  • Nosso carro, alugado da Unidas, ficou parado na frente da pousada durante todo o final de semana. Na segunda-feira cedinho, quem disse que ele dava partida? Espertinhas, demos uma olhada no reservatório de gasolina. Sequinho! Posto por perto? Nenhum no centro histórico, claro! O serviço de socorro da locadora disse que não podia mandar combustível, só mesmo um mecânico para detectar o problema (?). Declinamos! Ana foi de táxi a um posto  na saída da cidade e trouxe a gasolina. O carro pegou na hora. A locadora reembolsou o valor gasto com o táxi! Mas aprendemos: sempre olhar o reservatório de gasolina na hora em que o um carro alugado é apresentado. Isso já tinha acontecido conosco numa outra vez... E tínhamos esquecido a lição!
  • No caminho de volta, demos uma passadinha em Itabirito pra fazer umas comprinhas na Mercearia Paraopeba, nossa conhecida de outra viagem. A cidade fica a 40 km de Ouro Preto, em direção a Belo Horizonte. E a Mercearia vale a parada. Saímos de lá com queijos, goiabadas, docinhos y otras cositas más...
  • E pra encerrar esse capítulo da viagem, as fotos: minhas e da Ana e mais duas de bônus...
Da janela do quarto "Lili e Ninita", no Pouso do Chico Rey

Um pedacinho da Mercearia Paraopeba, em Itabirito/MG



domingo, julho 22, 2012

Pelas ladeiras de Ouro Preto


Saímos de São Paulo na sexta-feira pela manhã. 
O voo 1854 da Gol teve um pequeno atraso, mas chegamos a tempo de pegar nosso carro alugado por um precinho camarada, na Unidas, através da Mobicar. Reservamos pelo site da Rentcars. Pedimos um carro básico e tivemos um upgrade para carro com ar e direção. Na verdade o carro não era tão novinho, mas upgrade é upgrade, né gente? Ninguém reclama.
Era um Corsa Classic preto e recebeu o nome de Bituca...
A bordo do Bituca e com um mapa super detalhadinho que Ana conseguiu no balcão de informações ao turista lá no aeroporto de Confins, partimos rumo a Ouro Preto, sem passar pelo centro de BH e sem nenhum errinho pelo caminho. \o/
Estacionamos próximo ao Pouso do Chico Rey exatamente na hora da Ave Maria. Os sinos da Igreja de N.S. do Carmo nos receberam cantando, alegres.
A viagem era de trabalho, podem acreditar!
Foi uma reedição revista e diminuída dessa outra viagem, feita em 2007, que, além de Ouro Preto, incluiu Tiradentes, São João Del Rei e Congonhas. 
Dessa vez, alunos da UNESP de Assis, uns 30, chegaram na sexta-feira à noite para passar o fim de semana em Ouro Preto.
Conheceram a cidade e ouviram a leitura de alguns poemas do Romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meireles. De quebra, curtiram a noite ouropretense e alguns eventos do Festival de Inverno da cidade.
A programação com os estudantes foi essa:

Sábado
Manhã: Igreja de São Francisco (8h30 – 11h45) e Casa de Gonzaga
Tarde: Conceição de Antônio Dias (13h30-17h) e Museu Aleijadinho (idem) + Casa de Marília

Domingo
Manhã: Casa dos Contos (10h-16h)
Tarde: Museu da Inconfidência (12h30-18h)


Cumpridas as tarefas, todos estavam livres pra fazerem os seus próprios programas.
Ana e eu subimos e descemos a Rua Direita inúmeras vezes. Comemos no Bené da Flauta e no Chafariz. E tomamos muitos cafés aqui e acolá.
Outro programa imperdível foi ver o pôr do sol das escadarias da Igreja do Carmo, do ladinho da nossa pousada. Fomos no sábado e no domingo. E avisamos os alunos pra ninguém perder o espetáculo.


No domingo, caminhamos pelo Parque Vale dos Contos. Novidade pra nós! 
A trilha que percorre o parque começa perto da Rodoviária e vai serpenteando pela montanha até a Igreja do Pilar.  Tem quadras, anfiteatro, lanchonete, banheiros. É arrumadinha, mas nos pareceu sub-aproveitada! Dá pra entrar pela Casa dos Contos, único acesso além do início e final do caminho. Haveria um acesso próximo da Praça Tiradentes, mas está desativado...


Tudo muito moderno por lá. Tem até QR Code que leva ao site do parque. Confiram:


Durante os preparativos pra viagem, os alunos criaram uma página de evento no Facebook e depois da viagem, alguns deixaram lá suas impressões sobre o fim de semana. Quem tem seu perfil por lá, pode acessar o evento aqui.