domingo, julho 22, 2012

Pelas ladeiras de Ouro Preto


Saímos de São Paulo na sexta-feira pela manhã. 
O voo 1854 da Gol teve um pequeno atraso, mas chegamos a tempo de pegar nosso carro alugado por um precinho camarada, na Unidas, através da Mobicar. Reservamos pelo site da Rentcars. Pedimos um carro básico e tivemos um upgrade para carro com ar e direção. Na verdade o carro não era tão novinho, mas upgrade é upgrade, né gente? Ninguém reclama.
Era um Corsa Classic preto e recebeu o nome de Bituca...
A bordo do Bituca e com um mapa super detalhadinho que Ana conseguiu no balcão de informações ao turista lá no aeroporto de Confins, partimos rumo a Ouro Preto, sem passar pelo centro de BH e sem nenhum errinho pelo caminho. \o/
Estacionamos próximo ao Pouso do Chico Rey exatamente na hora da Ave Maria. Os sinos da Igreja de N.S. do Carmo nos receberam cantando, alegres.
A viagem era de trabalho, podem acreditar!
Foi uma reedição revista e diminuída dessa outra viagem, feita em 2007, que, além de Ouro Preto, incluiu Tiradentes, São João Del Rei e Congonhas. 
Dessa vez, alunos da UNESP de Assis, uns 30, chegaram na sexta-feira à noite para passar o fim de semana em Ouro Preto.
Conheceram a cidade e ouviram a leitura de alguns poemas do Romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meireles. De quebra, curtiram a noite ouropretense e alguns eventos do Festival de Inverno da cidade.
A programação com os estudantes foi essa:

Sábado
Manhã: Igreja de São Francisco (8h30 – 11h45) e Casa de Gonzaga
Tarde: Conceição de Antônio Dias (13h30-17h) e Museu Aleijadinho (idem) + Casa de Marília

Domingo
Manhã: Casa dos Contos (10h-16h)
Tarde: Museu da Inconfidência (12h30-18h)


Cumpridas as tarefas, todos estavam livres pra fazerem os seus próprios programas.
Ana e eu subimos e descemos a Rua Direita inúmeras vezes. Comemos no Bené da Flauta e no Chafariz. E tomamos muitos cafés aqui e acolá.
Outro programa imperdível foi ver o pôr do sol das escadarias da Igreja do Carmo, do ladinho da nossa pousada. Fomos no sábado e no domingo. E avisamos os alunos pra ninguém perder o espetáculo.


No domingo, caminhamos pelo Parque Vale dos Contos. Novidade pra nós! 
A trilha que percorre o parque começa perto da Rodoviária e vai serpenteando pela montanha até a Igreja do Pilar.  Tem quadras, anfiteatro, lanchonete, banheiros. É arrumadinha, mas nos pareceu sub-aproveitada! Dá pra entrar pela Casa dos Contos, único acesso além do início e final do caminho. Haveria um acesso próximo da Praça Tiradentes, mas está desativado...


Tudo muito moderno por lá. Tem até QR Code que leva ao site do parque. Confiram:


Durante os preparativos pra viagem, os alunos criaram uma página de evento no Facebook e depois da viagem, alguns deixaram lá suas impressões sobre o fim de semana. Quem tem seu perfil por lá, pode acessar o evento aqui.

terça-feira, junho 26, 2012

Festa de debutante... eu fui!

Quem é de São Paulo e gosta de comer bem, em lugar cheio de gente bonita, conhece esse logo aí de cima, fotografado pelas lentes do Instagram da Ana Maria, na noite de ontem - 25/06/2012 - quando o restaurante Mestiço comemorava seus 15 anos de existência.
Minha história com o Mestiço começou há exatos 15 anos. Sim, Lourdes e eu , eu fomos à inauguração!
Ela viu uma notícia no jornal, ou na revista que acompanhava o jornal: naquele lugar onde antes era um supermercado Pão de Açúcar, no caminho entre o ponto do ônibus e a casa dela, ia ser inaugurado um restaurante.
Ao mesmo tempo, eu, viajando pela saudosa Varig, li na Revista Ícaro uma notinha sobre a inauguração do lugar.
A promessa de um cardápio baseado na comida baiana e asiática nos deixou curiosas.
Fomos conferir.
Era dia de festa, estavam inaugurando!
Gostamos do lugar e da comida. E nos tornamos clientes assíduas.
E não fomos só nós. Toda a população descolada da Paulicéia descobriu e passou a frequentar o Mestiço.
Inclusive Ana, que eu nem conhecia bem naquela época, e que nem morava em São Paulo, batia o ponto lá quando estava na cidade.
Desde a inauguração, nunca vi o restaurante vazio!
Na porta, sempre dois enormes vasos de barro com arranjos florais caprichados. O de ontem era esse:

Qualquer coincidência com o foto inicial, deve ser culpa da fotógrafa...
Naquele primeiro dia, pedi um Delhi - arroz indiano com filé de frango e banana grelhados. Adorei e por muito tempo segui pedindo o mesmo prato. Aos poucos, fui experimentando outras delícias. Mas confesso que ainda tenho uma quedinha especal pelo Delhi.
A comida e o ambiente não mudaram. Um ou outro prato foi acrescentado ao cardápio. Houve uma ou outra mudançazinha no layout do lugar. Mas o essencial permaneceu: atendimento perfeito e super personalizado. Nunca saímos de lá descontentes. E ontem não foi diferente. Olha só:
Rita, uma das hostess, convidou para uma taça de champanhe. Fomos: Ana, Lourdes e eu. O clima era de festa.
Jantamos como de costume: entradinha, caipirinha, pratos deliciosos, sem sobremesa...
Antes do café, as taças de champanhe chegaram à nossa mesa com um aviso: a taça é um presente, levem pra casa!
Brindamos, bebemos e guardamos nossas taças comemorativas. Ô delícia!
Mas a maior surpresa veio na hora da conta: o jantar era também um presente do Mestiço para seus clientes fiéis!
Preciso dizer que ficamos encantadas com a delicadeza do gesto?
Palmas pra equipe do Mestiço! Gente fina é assim...

terça-feira, junho 05, 2012

Chico aqui e acolá


E o mês de junho começou com dose dupla de Chico César.
Fazia nove meses que ele não aparecia nos palcos paulistanos.
Na última vez, em setembro, esteve no teatro da FECAP acompanhado de Dani Black, para a gravação do DVD "aos vivos agora". Olhaí o making of da gravação disponibilizado pela gravadora Biscoito Fino:

Depois sumiu pelo mundo afora. Nordeste do Brasil, Portugal... mas nada de São Paulo.
Voltou com os ares de junho.
Na primeira noite do mês das festas de São João, Chico nos mostrou o o seu novo trabalho.
Show único, no Auditório Ibirapuera.
Deve ter tudo no DVD (digo deve porque, na verdade, o DVD em si ainda não está à venda: a Biscoito Fino promete pros próximos dias #oremos!), mas fã que é fã já vai gravando um pedacinho aqui e outro lá, pra ter como lembrança da noite do lançamento. E aí está um dos meus registros, coisa tosca, de fã empolgada, mesmo:

Foi uma bela noite, com direito a  beija-mão, autógrafo no CD (sim, o CD estava à venda no show!) e fotografia juntinho.
Mas a festa do reencontro não acabou aí.
No domingo seguinte, isto é, dois dias depois, voltamos a nos ver. 
Dessa vez não houve palco e nem foi na pauliceia.
Em Londrina, Chico lançou seu novo livro de poemas "rio sou francisco", juntamente com mais outros quatro poetas, na estreia da Rubra Cartoneira Editorial.
O projeto da Rubra Cartoneira é lindo. Cada livro tem uma capa diferente, feita artesanalmente pelos colaboradores da editora. As capas são feitas em papel de caixas de leite longa vida e decoradas outros materiais: botões, fuxicos, palha, tecido e sei lá que mais. Tudo caprichadíssimo. Exemplares numerados. Um luxo!
Quando chegamos ao local da exposição, venda e lançamento, ficamos atordoadas pra escolher nossas capas prediletas. Escolhi tanto, que na hora do autógrafo acabei trocando sem perceber... 
Olha só e diz se não é difícil mesmo... e esses são apenas os que compramos pra nos e pr@s amig@s fãs do moço! Havia muitíssimos mais, como se vê no site da editora.

E os autógrafos foram um capítulo à parte. Pra cada um, Chico analisava a capa e escrevia algo que tinha a ver com a pessoa e própria a capa. Acredite se quiser... Lindo!
Tudo aconteceu no famoso Bar Valentino, em Londrina. 
Além da exposição e venda dos livros, houve leitura de poemas pelos autores e música. 
Reynaldo Bessa foi o responsável pela cantoria e Chico deu uma palhinha cantando duas músicas.
Por fim, cada autor falou um pouco de seu trabalho e de sua relação com a Rubra Cartoneira.
O lugar era barulhento e escuro. Impossível fotografar. Ou melhor, impossível fazer fotos ou filmagens apresentáveis. Mas é claro que eu fiz alguns registrozinhos pro meu arquivão CC.

sexta-feira, maio 18, 2012

Em Buenos Aires para as #Vibaníadas2012

E não é que em 2012 já é a segunda vez que vamos a Buenos Aires?
A primeira, rapidinha, foi em janeiro. Fomos ver uma exposição linda na Casa Nacional del Bicentenario, com fotos e fatos da vida de Mercedes Sosa. 
Já a segunda viagem, no final de abril/início de maio, foi um pouco mais longa. Programada desde setembro de 2011, com um objetivo: participar de mais uma conVnVenção do pessoal que segue e interage com o site Viaje na Viagem, comandado pelo Ricardo Freire.
Ano passado o encontro foi em Nova York. E agora Buenos Aires.
Um grupo de "vibanas" (Viciados-em-Buenos-Aires-não-Anônimos - termo cunhado por uma das frequentadoras do Viaje na Viagem, a Mo Gribel), preparou o roteiro e o "comandante" lançou o slogan: "Vibaníadas 2012".
Olha só a agenda:

#SEXTA 27 ABRIL --->20H30 FUUDIS ---> SAN TELMO
#SÁBADO 28 ABRIL ---> DAS 15 AS 17H PARQUE ---> ROSEDAL
#SÁBADO 28 ABRIL---> JANTAR
#DOMINGO 29 ABRIL ---> 10H30 Mafalda> Chile c/ Defensa ---> PRAÇA DORREGO > San Telmo
#DOMINGO 29 ABRIL---> de 20H as 23H GLORIETA --> Barrancas de Belgrano
#SEGUNDA 30 ABRIL ---> 10H TOUR GUIADO NO TEATRO COLÓN --->Tucumán 1171 > Microcentro
#SEGUNDA 30 ABRIL 11H30 CAMINHADA PELA RECOLETA
#SEGUNDA 30 ABRIL 21H JANTAR DE ENCERRAMENTO


Baita programação, né gente? E tudo veio detalhadinho num e-mail, com previsão do tempo, preço de táxi, dicas, mapas, links. Uma belezura o trabalho das VnVenetes/hostesses Sylvia, Majô, Marcie, Silvia e Carla.
E somem-se a essa intensa programação, os encontros casuais aqui e acolá, já que a maioria do pessoal estava hospedada no mesmo bairro: Palermo Soho. Foram dias movimentados e divertidos.
Em vez de contar sozinha como foi cada programação, vou dar a palavra aos que contaram,  fotografaram, filmaram tudo o que rolou por lá.

FUUDIS
Com a palavra Mari Campos e com a câmera uma das organizadoras do tour, que disponibilizou as fotos oficiais do evento num álbum  acessível só pra quem tem um perfil no Facebook... mas quem não tem? 

ROSEDAL
O encontro no parque não rolou. Choveu. Mas a Silvia e a Carla, hostesses desse dia, já tinham uma carta na manga: em caso de mau tempo nos encontraríamos no Café do Malba. Fomos ao Malba. Café lotado. Depois das milhares de fotos do grupo - era o primeiro encontro geral - fomos tomar café e sorvete no Paseo Alcorta, um shopping pertinho dali.
Mas antes, a Majozinha distribuiu os pins do encontro, um oferecimento do Edu Luz, que infelizmente não estava por lá dessa vez.
Até Charlotte ganhou o seu:

JANTAR
Para essa noite, cada um fez sua reserva em restaurantes sugeridos pela Sylvia. Nós fomos ao Crizia e comemos bem por lá.
A Luciana conta aqui sobre o Crizia e outras descobertas gastronômicas imperdíveis.

PRAÇA DORREGO - FEIRA DE SANTELMO
Rolou, sim. Mas nós não fomos.
Dissidentes, nos juntamos ao Riq e ao Nick e rumamos os quatro para a Feira de Mataderos.
Adoramos!
Com a palavra, o próprio Riq Freire, auxiliado pelas cenas registradas pela Ana.

GLORIETA - BARRANCAS DE BELGRANO
Programa dos mais divertidos. O povo na rua, ops... na glorieta, dançando milonga.
Mais uma vez passo a palavra ao comandante!
E a câmera ficou a cargo da Majô.
Depois da farra, fomos jantar no Sucre. Companhia, comida e bebida muito boas, pena que o exaustor da casa não estava funcionando e saímos de lá com cheiro de churrasco.

TEATRO COLÓN - VISITA GUIADA
Mais um programa imperdível. Eu que não conhecia o teatro adorei. E tivemos a sorte de pegar uma guia mara... O Riq conta como foi a visita.

CAMINHADA PELA RECOLETA
Essa nós pulamos. Enquanto o povo caminhava - e curtia - pelas ruas da Recoleta, Ana e eu demos uma fugidinha até a Calle Florida em busca da Maybe, uma loja que faz casacos de couro sob medida e em pouquíssimo tempo. Dica mais que preciosa da  Marcie.
E terminamos a manhã almoçando super-bem no El Mirasol de la Recova a conselho da amiga Sueli.

JANTAR DE ENCERRAMENTO
Não foi bem um jantar - na verdade, jantamos antes de ir... - no que fizemos muito bem. A massa do La Baita, na companhia da família Pellicano e do casal Betenson, nos deixou preparadas para o que veio a seguir...
O encontro era num bar em Palermo Hollywood, o Acabar. Lugar interessante, mas com serviço confuso. Também, quem não se atrapalha quando chega um grupo de mais de 30 pessoas querendo comer, beber e pagar separado? 
Nosso grupo criou um certo tumulto no bar, mas tudo foi resolvido quando nos propuseram ficar num ambiente separado. Ali não chegava o wi fi, nem o garçon... Quando tudo parecia perdido, o Nick descolou logo uma brincadeira coletiva das mais antigas, mas que fez sucesso: ficamos até tarde da noite brincando de mímica. Uma delícia! O tema era nome de filmes e o Oscar foi para o Paulinho com seu en-cu-ralado. Dá pra imaginar a mímica? 

No dia seguinte, muita gente já tinha ido embora. Os remanescentes se encontraram numa esquina de Palermo pra decidir onde almoçar. Acabamos indo ao Mott, onde também assustamos um pouco o pessoal, mas comemos bem e nos divertimos muito.

Fora os programas coletivos - programados e casuais - Ana e eu fizemos umas e outras coisinha: fomos duas vezes ao queridíssimo Café Tortoni. Revisitamos o Bar 6 e o El Sanjuanino. E descobrimos o El Preferido de Palermo, a conselho do amigo Gil.
Para a extravagância da viagem, escolhemos tomar um chá no Alvear Palace Hotel, com todas as pompas e circunstâncias. Foi a nossa primeira vez lá. Gostamos e queremos voltar, mas com algumas mudanças no cardápio. 

Como é de se imaginar, o pessoal caprichou nos posts e fotos sobre a viagem. Deixo aqui alguns links que pesquei nas mensagens do Twitter e Facebook:

POSTS
Por Lu Betenson:
Buenos Aires: apontamentos de uma turista de quarta viagem
Palermo Soho, a Vila Madalena de Buenos Aires

Por Mari Campos:
Flashes porteños
A velha e boa Buenos Aires

Por Silvia Oliveira:
Cinco milongas em Buenos Aires: escolha a sua
Brunch do Hotel Fierro

Por Carla Portilho:
Vibaníadas 2012: minha breve participação

Por Lu Malheiros:
Pra quem tá lá, é só clicar no nome dela aí em cima e se divertir.

Arthur fez um álbum público no Google, vai lá!

Será que é só isso? Certeza que não! Quem tiver mais coisa pra mostrar, diga que eu linko.
***
Atualizado em 27/04/2021

segunda-feira, abril 30, 2012

Cobaia... eu?

Nem lembro como começou...
Só sei que um dia fiz uma inscrição on line para participar de um projeto sobre conforto em cabines de avião, na USP.
Bastante tempo depois, recebi um e-mail confirmando. Mais adiante, um questionário via e-mail. E esqueci do assunto.
Há pouco menos de duas semanas, recebi um telefonema consultando sobre a disponibilidade para participar, com duas opções de data. Escolhi a melhor e confirmei minha participação.
O dia acertado era uma quarta-feira, dia em que meu carro fica interditado pelo rodízio em São Paulo.
Tive que ir ao Google para descobrir a melhor maneira de chegar à Mecânica da Poli, usando o transporte urbano. As melhores informações vieram da página do Thiago Rodrigo Carneiro. São essas aqui.
Assim, as aventuras começaram com uma viagem de metrô+metrô+ônibus. Cheguei bem ao destino... e mais rápido do que imaginei.
Começamos preenchendo quilos de formulários, questionários, autorizações.
De posse do cartão de embarque, esse que se vê aí na foto acima, fomos encaminhados para um exame médico. 
Sim, exame com um otorrino, já que a experiência do dia era referente aos incômodos causados pela pressurização da cabine. E eu que pensava que teria o poder de opinar sobre o espaço entre poltronas... Que nada!
Ouvidos, nariz e garganta OK! 
Quase duas horas depois, embarcamos no primeiro voo simulado. Subimos a 6.000 pés. Depois de um pequeno período de cruzeiro, descemos. E repetimos a experiência, variando apenas a velocidade do sobe-e-desce. 
Na cabine, tínhamos em mãos um aparelhinho com um botão. A cada vez que sentíamos aquele incômodo no ouvido ocasionado pela pressurização da cabine, tínhamos que pressionar o botão e iniciar os procedimentos de equalização: bocejar, movimentar a cabeça, engolir. Ao voltar ao normal, deveríamos soltar o botão.
E assim passamos as próximas horas.
Depois dos dois voos iniciais, que funcionaram mais como treino, fizemos mais três voos, agora subindo a 8.000 pés, em velocidades diferentes para descida e subida., sempre com o botãozinho ao alcance da mão.
Entre um voo e outro, um lanchinho. Nas paradas, que eles chamavam de cruzeiro, água, bala ou bolachas para exercitar a garganta e diminuir os incômodos.
Às quatro da tarde fomos agraciados com um cheque de gratificação e dispensados .
Pra voltar pra casa, ônibus+metrô+metrô. 
E pronto, um dia diferente e minha contribuição para o progresso da ciência!
Eu gostei!

*****

A Revista Pesquisa, da FAPESP, (nº194 - abril/2012) traz como reportagem de capa o projeto Conforto na Cabine.
(Atualização em 11/05/2012)

*****

E o UOL noticiou com fotos: olhaí!
(Atualização em 13/05/2012)