sexta-feira, novembro 30, 2007

Dois anos

Hoje esse blog comemora seu segundo aniversário.
Como estou fora, passeando pelas Minas Gerais, deixo a comemoração para a volta.
Aguardem!!!!!!!

sexta-feira, novembro 09, 2007

Paisagens humanas

Novembro começou com a visita de Licia e Maria Clara. Na verdade, chegaram ainda em outubro, no último dia. Além de apresentar São Paulo para Maria Clara, que nunca havia saído de seu mundinho baiano, Licia veio comemorar aqui seu 40° aniversário e ver o show de lançamento do CD Paisagem Humana, de Rubi.
A visita fica registrada nessa foto, tirada no saguão do cinema Arteplex, enquanto esperávamos a hora de ver Piaf.
Os shows de Rubi foram uma belezura!
Aconteceram entre 17 de outubro e 1° de novembro. Lugar "novo". Um andar inteiro do prédio do SESC Av. Paulista, adaptado para o show. Poucas cadeiras - 50 segundo disseram na bilheteria - e o resto do espaço livre para o show. 11° andar, com janelas para a cidade.
Quando o público entra a coisa já está rolando: tudo à meia luz e Cristiano Karnas fazendo performances ao som dos instrumentos de Estevan Sinkovitz , Luiz Gayotto e Luciano Barros.
Espalhados pelo espaço, arranjos feitos com tiras de tecido cru refletem luz e imagens.
Quando todos estão acomodados, entra Rubi. Começa o show com a minha música preferida do CD: Gira de meninos.
Durante o show, muitas vezes Cristiano volta com suas performances e Rubi o acompanha. Correm pelo espaço todo. Brincam. Rubi canta, dança, chora, emociona. Nem tudo o que está no CD foi cantado, mas em compensação há músicas novas, inclusive Iluminada.
Coloco aqui o folder do show, mas já adianto que a lista de músicas não corresponde exatamente ao que foi cantado. A linda Na gira do mundo não apareceu no show. Pena!

***

Ao todo foram 6 apresentações. Fui a 4 delas.
Fica aí um registro feito no último dia:
Filminhos... fiz, sim, mas não coloquei no youtube. Licia e João puseram os seus. Quem quiser ver, veja:

quinta-feira, outubro 18, 2007

Bahia 2007

Aos 5 de outubro de 2007, saímos de São Paulo rumo a Ilhéus, pelo vôo 1776 da Gol.
Do aeroporto fomos direto a Itacaré, a mais ou menos 70 km dali.
Nosso destino: Pousada Shambhala. Ali nos recebeu Faijj, amigo dos donos, que estavam fora.
A pousada é um encanto. Apartamentos confortáveis - o nosso tinha até banheira de hidromassagem - num ambiente de muito bom gosto, à beira do Rio de Contas, quase na sua foz junto ao mar.
Mal chegamos e Faijj já nos levou para o Beco das Flores, outro empreendimento de propriedade dos donos da pousada.
No Beco há uma pizzaria, um café e uma boutique, tudo lindo e agradável.
Ali estavam Luís e Ney, outros hóspedes da pousada, com quem acabamos fazendo amizade e alguns passeios nos dias seguintes.
Os passeios? Praia da Ribeira, Praia da Concha, Cachoeiras do Kleandro - com direito a trilha e passeio de canoa pelo mangue. Operação mais que perigosa: a canoa era pequena e dava a impressão de que ia virar a qualquer momento. Não virou!
Voltamos à pizzaria do Beco na noite seguinte. Surpresa: Faijj travestido! Uma lady!
A cidade não tem muito a oferecer, a não ser belas praias, que só podem ser atingidas de carro... E estávamos a pé!
A Pituba, rua do comércio, é bem sem graça!
Na segunda-feira - 8 de outubro - voltamos a Ilhéus. No dia seguinte começaria a parte séria da viagem: um congresso sobre Mulher e Literatura.
Descontentes com o hotel que havíamos reservado com antecedência - o Britânia, bem no centro, ao lado do Vesúvio - nos mudamos para o Praia do Sol, com uma escala no Aldeia da Praia: houve problemas no encanamento do Praia do Sol bem no momento de nossa entrada. Mas, finalmente, ali conseguimos nossa janela para o mar...
Para facilitar as mudanças de hotel e idas à UESC, onde acontecia o congresso - alugamos um carro. Era um Celta que recebeu o óbvio nome de Celton Fonseca, já que a locadora de onde vinha tinha esse sobrenome.
Ilhéus está num descuido só: sujeira, buracos nas ruas, tudo deteriorado. E o povo triste com isso. Também não é pra menos: uma cidade tão bonita! Coisas da política: o prefeito foi deposto, voltou, saiu...
O congresso revelou-se mal organizado, obrigando seus participantes a se deslocarem por mais de 20 km, para chegar lá e encontrar sessões suspensas ou transferidas.
Aproveitamos o feriado de 12 de outubro para passear por Olivença e pelas praias, com Licia e família - todos ilheenses de nascimento.
Amanhecemos no sábado na rodoviária de Salvador. Alberto nos resgatou e, depois de nos apresentar aos cães Zumbi e Zabelê, partimos com Alberto e Djaman para um café da manhã tipicamente nordestino e uma pequena viagem a Santo Amaro da Purificação, terra de Bethânia e Caetano.
Dona Canô, a centenária senhora mãe dos Veloso, não nos esperava no portão. Dizem até que não estava em casa.
Andamos pela cidade. Conhecemos o que havia pra conhecer. Visitamos Dona Edith do Prato. Almoçamos em São Braz e voltamos a Salvador.
O domingo foi familiar. Licia e o núcleo soteropolitano da família nos receberam com carinho. Participamos do banho de Bernardo, das compras de supermercado, da festa de aniversário de Dona Margarida - mãe de Licia - e da oração dominical. Tudo em família!
Na segunda-feira pela manhã Licia nos deixou no aeroporto.
Pelas asas da VARIG, chegamos a São Paulo no meio da tarde.
Tudo foi fotografado e fotografado e fotografado. Veja aí:

segunda-feira, outubro 01, 2007

Dez anos depois...

Setembro seguiu tão movimentado, que até me esqueci de comemorar os dez anos de minha aposentadoria.
Foi no dia 2 de setembro de 1997 que recebi a notícia, durante uma aula de informática na escola onde trabalhara por mais de 10 anos: EMPG "Cacilda Becker".
Feliz, terminei aquela aula e me aposentei de vez!
Havia trabalhado por 25 anos.
Fica aqui a promessa de um relatório detalhado e ilustrado dessa trajetória.
E nesse setembro de 2007, além do que já foi dito anteriormente, ainda tivemos a visita de Margarida: amiga açoriana que nos recebeu tão bem quando estivemos nos Açores, no início de 2006.
Foi-se Margarida, veio Lena. Amiga antiga de Ana.
E pra terminar setembro, comemoramos antecipadamente o aniversário de Ana.
Ufa!

terça-feira, setembro 18, 2007

Chegou setembro...

(foto: Ana Oliveira)

Pra começar setembro, chegou ao Brasil Maria Teresa Horta, poetisa portuguesa que veio participar de um congresso na USP e acabou participando de nossas vidas durante os poucos dias em que aqui esteve.
A autora desses versos

Não pretendo mais do que o limite,
que para além do limite
já se entrega

Eu cumpro os meus

limites,
não cumprindo as regras

tornou esse setembro diferente e emocionante. Simples, alegre, bem-humorada e cheia de vida, encantou a todos os que se aproximaram dela.
E quando Teresa partiu para o Rio, também nós pusemos o pé na estrada rumo a São Francisco Xavier. Era o feriadão de 7 de setembro.
São Francisco Xavier é lindinha. Pequena e tranqüila.
Além de suas belezas naturais, a cidade nos brindou com shows de Rubi e Kléber.
A natureza está registrada em poucas fotos, que podem ser vistas clicando nos links abaixo:
Dos shows há um pedacinho nesse clipe:
Continuando, setembro trouxe meu aniversário. E a grande surpresa: a visita de Chico César! Quase não acreditei quando o vi na porta de casa, com Xisto Medeiros e João Linhares.
Como sempre acontece, no dia 15 de setembro espero os amigos com uma comidinha e uma lembrancinha. Nesse ano, éramos 25 pessoas. Comemos macarrão com molho pomodoro e beringela, cuidadosamente preparado pela Di Cunto. Veio de lá também a sobremesa: torta de trufas!
E a lembrancinha que os amigos levaram consigo deverá permanecer sob seus olhos durante todo o próximo ano. Um pequeno calendário magnético, feito especialmente para a ocasião:

Mas comida e "regalito" já são itens esperados nas minhas festas. Inesperada, mesmo, foi a presença iluminada de Chico César.
Outro fato inédito, foi o Parabéns a você. Sempre escapo dele, mas dessa vez não teve jeito, afinal não é sempre que se pode ter "parabéns" cantado até por Chico César! Por sorte escapei da velinha... E foi tudo documentado pela Drika Bourquim:
Todos falamos, rimos, bebemos e comemos juntos. Foi bom demais!
Havia câmeras fotográficas e fotógrafos de plantão, revezando-se na arte de registrar cada momento, cada emoção. O resultado está aí, nesse álbum virtual: