Na manhã do dia 10, chegamos de volta a Évora.
Já tínhamos nosso plano: pegar o ônibus das 13h30 que vinha de Faro com destino a Braga, ou seja, uma espécie de Pelotas-Fortaleza português, que corta o país de sul a norte.
O vendedor de bilhetes tentou nos demover da idéia, oferecendo uma viagem com conexão em Lisboa. Seria mais rápida, dizia ele. Mas não cedemos. Compramos passagens para o mambembão.
E, depois de algumas horas bem aproveitadas em Évora, resolvendo questões financeiras entre outras coisas, tomamos um lanche e partimos estrada afora.
No caminho, conhecemos ruas, casas e rodoviárias de Estremoz, Portalegre, Castelo Branco, Fundão, Covilhã, Guarda, Celorico da Beira, Mangualde e Viseu. Paradas rápidas, mas que demandavam sempre algum tempo para entrar e sair das cidades.
Assim, os quase 500 km que separam Évora do Porto foram cumpridos em aproximadamente 8 horas. Viagem longa, porém interessante.
Pouco depois das 9 da noite, com os pés inchados pela imobilidade, chegamos ao Porto.
Chovia fininho e, por sorte, nosso hotel ficava a poucos metros da parada do ônibus.
O centro do Porto, onde nos hospedamos, é antigo e há muita coisa mal conservada.
Bem ao lado do nosso hotel fica a Igreja de Santo Ildefonso, que nos seus dias de glória deve ter sido lindíssima, com11.000 azulejos decorando sua fachada. Hoje o exterior da igreja está bem degradado e nem mesmo para a comemoração dos seus 269 anos, que acontecia por aqueles dias, ganhou alguma recuperação.
Merece ser comentado aqui o lugar onde fomos acessar a internet. Muito próximo ao hotel e por um precinho bem camarada: 0,50 centavos de euro por hora, contra os 5 euros cobrados pelo hotel para uso da rede sem fio... Quem olhasse mais atentamente para esse cyber nem entraria... E quem entrasse, sairia voando. Por uma escadaria imunda e em ruínas se chegava ao primeiro andar de um edifício antiquíssimo, evidentemente, onde um paquistanês recebia os clientes e encaminhava a computadores de última geração, porém infectos... por dentro e por fora. Pois estivemos ali mais de uma vez.
Já tínhamos nosso plano: pegar o ônibus das 13h30 que vinha de Faro com destino a Braga, ou seja, uma espécie de Pelotas-Fortaleza português, que corta o país de sul a norte.
O vendedor de bilhetes tentou nos demover da idéia, oferecendo uma viagem com conexão em Lisboa. Seria mais rápida, dizia ele. Mas não cedemos. Compramos passagens para o mambembão.
E, depois de algumas horas bem aproveitadas em Évora, resolvendo questões financeiras entre outras coisas, tomamos um lanche e partimos estrada afora.
No caminho, conhecemos ruas, casas e rodoviárias de Estremoz, Portalegre, Castelo Branco, Fundão, Covilhã, Guarda, Celorico da Beira, Mangualde e Viseu. Paradas rápidas, mas que demandavam sempre algum tempo para entrar e sair das cidades.
Assim, os quase 500 km que separam Évora do Porto foram cumpridos em aproximadamente 8 horas. Viagem longa, porém interessante.
Pouco depois das 9 da noite, com os pés inchados pela imobilidade, chegamos ao Porto.
Chovia fininho e, por sorte, nosso hotel ficava a poucos metros da parada do ônibus.
O centro do Porto, onde nos hospedamos, é antigo e há muita coisa mal conservada.
Bem ao lado do nosso hotel fica a Igreja de Santo Ildefonso, que nos seus dias de glória deve ter sido lindíssima, com11.000 azulejos decorando sua fachada. Hoje o exterior da igreja está bem degradado e nem mesmo para a comemoração dos seus 269 anos, que acontecia por aqueles dias, ganhou alguma recuperação.
Merece ser comentado aqui o lugar onde fomos acessar a internet. Muito próximo ao hotel e por um precinho bem camarada: 0,50 centavos de euro por hora, contra os 5 euros cobrados pelo hotel para uso da rede sem fio... Quem olhasse mais atentamente para esse cyber nem entraria... E quem entrasse, sairia voando. Por uma escadaria imunda e em ruínas se chegava ao primeiro andar de um edifício antiquíssimo, evidentemente, onde um paquistanês recebia os clientes e encaminhava a computadores de última geração, porém infectos... por dentro e por fora. Pois estivemos ali mais de uma vez.
Mas nem tudo está degradado no Porto...
A Livraria Lello, antiga Livraria Ernesto Chardron, é lindíssima! Estivemos lá na manhã de sábado e ficamos encantadas com a sua beleza e conservação. E pensar que está lá desde 1869...
Claro que muitas outras pessoas mais tiveram a mesma idéia e o lugar estava movimentadíssimo.
Fuçamos tudo, tomamos um café, fotografamos muito, Ana comprou dois livros e saímos.
A parada foi simples, nada do que estamos acostumadas a ver em São Paulo. Pouca gente, nada de carros de som, fantasias. Mas marcaram presença na cidade, isso é o que importa.
Fotos dessa etapa e de outras, estão nos álbuns atualizados sempre que possível:
Nenhum comentário:
Postar um comentário