domingo, maio 28, 2017

Boudhanath


Eu já confessei aqui que nunca tinha sequer ouvido a palavra estupa, até que vi a primeira delas, a Dhamekh, em Varanasi, na Índia.

No Nepal, veio a segunda estupa da viagem, a antiquíssima Swayambhunath.

Ambas belas e surpreendentes, mas...

... a estupa que fez meus olhos brilharem, meu coração bater mais forte e que ficou gravada na minha memória, foi a Boudhanath, a última que visitamos em Kathmandu. Olha que lindeza!

Foto: Ana Oliveira

Para chegar a ela, cruzamos a cidade enfrentamos um trânsito caótico (que novidade!)  somado a vias em manutenção, ruas interrompidas... um revés atrás de outro. 

Mas todo esse perrengue foi generosamente recompensado quando, depois de passar pelo guichê de pagamento das entradas e percorrer uma curta e estreita rua, tivemos a primeira visão, em toda a sua magnificência, daquela que é considerada uma das maiores estupas do mundo. 

A primeira visão da Boudhanath

Chegamos ali no início da tarde e, nosso primeiro movimento foi subir ao Boudha Stupa Restaurant & Cafe para um almoço tardio, de frente para a bonitona que, em 1979, foi alçada à categoria de Patrimônio da Humanidade, pela UNESCO.

Olha lá o pátio do Boudha Stupa Restaurant & Cafe

Depois de alguns duelos com o guia, o dono do local e outros clientes (chegamos tarde, né?), conseguimos nossa mesa em lugar privilegiadíssimo. E foi contemplando todo o entorno, debaixo de providenciais guardassois, que tivemos o nosso primeiro almoço de verdade no Nepal.

A vista fenomenal das nossas mesas no Boudha Stupa Restaurant

Conquistados os melhores lugares do restaurante, partimos para os pedidos. Começamos com uma porção de momos, uns pasteizinhos recheados, feitos no vapor, parecidos com os guiozas da culinária japonesa. Escolhemos os recheados com vegetais.

Momos vegetarianos

Ana e eu aceitamos a sugestão do guia e pedimos o Typical Nepali Vegetarian Thali, que tem arroz, curry de vegetais, lentilhas, salada e coalhada, além de pappad - um pão local de massa fininha bem tostada.


Comida nepalesa e vista bonita... o que mais a gente poderia querer? Só mesmo uma foto pra guardar a lembrança desse momento feliz!


Alimentadas e fotografadas, pusemos o pé na estrada, ou melhor no terreno sagrado, para explorar o lugar.

Tampa de bueiro no entorno da Boudhanath
Foto: Ana Oliveira

Nas proximidades dali vivem os refugiados tibetanos que chegaram ao Nepal foragidos da invasão chinesa da década de 50.

Essa estupa é formada de uma alta torre dourada, quadrangular, com os olhos de Buda nos quatro lados, assentada sobre um domo branco, que, por sua vez, está construído sobre uma plataforma também branca de vários níveis, tendo ao seu redor e em suas imediações,  casas, lojas e monastérios: um mundo diferente e novo para nós!

Subimos à plataforma e fomos recebidas por dois elefantes montados por divindades budistas.

Boas vindas!

Rodeamos o domo, observando tudo e todos. Ana fez os dois clipezinhos pra gente nunca esquecer dos sons e movimentos que ouvimos e vimos por lá:






De volta à calçada, demos a volta completa na praça, obedecendo a tradição de percorrer o caminho no sentido dos ponteiros do relógio. Entramos em todas, eu disse todas, as lojinhas, incluindo algumas das ruazinhas que saíam da praça.

Observamos o povo, as rodas de oração, os monastérios, as bandeirinhas coloridas, as estupas menores, tudo!

Foto: Ana Oliveira



Uma das estupas menores
Foto: Ana Oliveira

Chamou-nos a atenção a quantidade de monges budistas que circulam por ali. Pudera, vejam quantos monastérios existem naquelas redondezas:

Foto gentilmente roubada da internet...

Na praça que margeia a estupa,  se destaca o enorme sino do Thrangu Tashi Choling Monastery...

Foto: Ana Oliveira

... seu belo telhado contrastando com  céu azul...

Foto Ana Oliveira

... e a enorme roda de oração em torno da qual fiéis e turistas se misturam. Olha nós aí:


Boudhanath  nos  marcou  tanto, que  no  dia seguinte, quando  terminamos  as  visitas  programadas, pedimos a ao guia que nos levasse  outra vez até lá.  

Fomos e tivemos agradáveis momentos, revisitando tudo e observando as pessoas que cumpriam seus rituais naquele local sagrado.



domingo, maio 14, 2017

Swayambhunath

Nossas andanças por Kathmandu incluíram duas estupas, três praças da corte – as Durbar Square – e um crematório, além de uma e outra coisinha aqui e ali que vimos no caminho ou no entorno desses lugares visitados.

Paras, nosso guia, pediu que deixássemos com ele 50 dólares por pessoa para as despesas com ingressos. Deixamos, mas achamos que ele estava supervalorizando a despesa. Que nada! No cômputo final, vimos que os gastos foram exatamente nesse valor.

No capítulo de hoje: Swayambhunath,  estupa das mais antigas do Nepal 

Foto: Ana Oliveira

Quem leu o último post sobre a jornada pela Índia já sabe o que é uma estupa. Repito: "Trata-se de um monumento budista de formato circular, ao redor do qual os fiéis fazem suas orações. Não é possível entrar numa estupa, elas são maciças." São consideradas a presença viva de Buda, carregadas de energias e poderes protetores.

Começamos por um dos locais religiosos mais antigos do Nepal. Construída no alto de uma colina, rodeada de templos, santuários, monastérios e outras pequenas estupas, Swayambhunath é considerada ponto sagrado de peregrinação para os budistas, para os hindus... e para os macacos, que também são sagrados. 

Macaco na Swayambhunath
Foto: Ana Oliveira

Para atingir o complexo onde estão a estupa e os outros monumentos sagrados há uma longa escada com 365 degraus. Para nossa sorte, não foi necessário enfrentar a escadaria, chegamos por outra via, sem grande esforço. \o/

No caminho, nos detivemos numa pequena piscina que tinha em seu centro uma imagem de Buda.


Reparem no pote à frente da imagem. Conta a lenda que, quem conseguir atirar uma moeda dentro do pote terá sorte por toda a vida. Tentamos!

Dentre nós, a sortuda foi a Vilma!

Por entre bandeirinhas coloridas, rodas de oração e gente, muita gente, chegamos à estupa propriamente dita, que é constituída de uma espécie de domo branco, que serve como base para um cubo dourado com os olhos de Buda pintados nos quatro lados. No alto, uma torre cônica ladeada por painéis dourados, com esculturas. E no topo, um pináculo também dourado.

Foto: Ana Oliveira

Cada parte desse monumento tem seu significado. Pra quem quiser saber mais, deixo esse link. Daí vocês podem partir para outras incursões em busca de informações sobre a estupa que é listada como Patrimônio da UNESCO desde 1979.

Templos, mosteiros, outras pequenas estupas, lojas, museus, biblioteca, restaurantes e hospedarias integram o entorno da estupa, compondo um cenário ao mesmo tempo sagrado e profano.

Mais que palavras, deixo imagens que nossas lentes captaram no tempo que passamos ali, cerca de uma hora, disputando espaço com os fiéis e sempre ouvindo "om mani padme hum",  o tradicional mantra budista, onipresente nas rodas de oração e nos altofalantes.

Rodas de oração

Rodas de oração
Foto: Rose Barros

Dentro desses cilindros, há orações e mantras budistas. Os devotos que passam girando as rodas acreditam que esse ato multiplica suas orações e bençãos.

As quatro "marinheiras da Europa" posando de fiéis

Vajra

Instrumento ritual que representa luz e força. 

A vajra é uma espécie de cetro usado pelos budistas em seus rituais. 

A palavra vajra, do sânscrito, significa diamante e também relâmpago. O diamante remete à força, à indestrutibilidade. O relampago lembra a luz.  

A vajra gigante
Foto: Ana Oliveira

Macaco na vajra gigante
Foto: Rose Barros

Templos e outras construções

No entorno da grande estupa
Fotos: Ana Oliveira e Rose Barros

Templo Hariti
Foto: Ana Oliveira

Parte reconstruída do Karma Raja Maha Vihara Monastery após terremoto de 2015
Foto: Ana Oliveira

 Karma Raja Maha Vihara Monastery
após terremoto de 2015
Foto: Ana Oliveira

Maitri Vihar Monastery



Foto: Ana Oliveira

Imagem de Buda no Swayambhu Buddhist Museum

Bandeiras de oração, a fé colorida  nos céus de Kathmandu


domingo, abril 30, 2017

Debutando no Nepal

Haja fôlego!

Depois de todo aquele périplo pela Índia, ainda teríamos pela frente quatro dias de Nepal.

Mapa preparado por Vilma Queiroz

E foi assim que, na manhã do dia 10 de fevereiro deste ano de 2017, partimos para Kathmandu, voando pelas asas da IndiGo, a mais importante low-cost indiana. 

Em menos de duas horas de voo, chegamos impávidas ao Tribhuvan International Airport.




O visto para o permanecer no país é concedido na chegada ao aeroporto. Não é difícil, mas é bem chatinho. Há que preencher um formulário, mas não existe um espaço adequado para isso. Para cumprir a tarefa, turistas de todo lado se acotovelam nos possíveis apoios, improvisando mesas de trabalho. Paga-se uma taxa de 25 dólares, entrega-se tudo no guichê e pronto: o passaporte do turista é agraciado com um selo simplesinho que dá direito a uma permanência de 15 dias em terras nepalesas.

Tínhamos deixado nossa bagagem completa aos cuidados da Indovision, em Délhi. Viajávamos apenas com bagagem de mão e assim pudemos sair rapidinho do aeroporto ao encontro do motorista que nos esperava.

Os dias no Nepal faziam parte do pacote que compramos da Indovision, mas quem nos recebia ali era o pessoal da Crystal Adventures.

No curto e vagaroso trajeto entre o aeroporto e o Radisson Hotel Kathmandu, já tivemos uma amostra do trânsito conturbado e de tudo o mais que enfrentaríamos naqueles dias de passeio pela capital do Nepal. As fotos abaixo, feitas de dentro do carro, dão uma ideia daquilo que nos aguardava pelas empoeiradas ruas da cidade.

Foto: Rose Barros

Foto: Rose Barros

Paras, o guia que nos acompanharia naqueles dias, e o representante da Crystal Adventures nos puseram a par da programação incluída no nosso pacote e da possibilidade de fazer passeios extras. Dispensamos os roteiros suplementares, decidimos descansar naquele resto de tarde e combinamos com Paras o encontro para a manhã seguinte.

A título de lanche, comemos uma pizza mais que simples no Brotchen Bakery Cafe, um boteco próximo do hotel, e aproveitamos o final da tarde para dar um passeio pela ruazinha de comércio ali perto do hotel e sacar rúpias nepalesas no caixa automático.

Pizza nepalesa, com ketchup, claro!
Foto: Ana Oliveira

O Radisson Hotel Kathmandu não é assim... uma Brastemp, mas foi agradável estar ali, numa espécie de ilha de sossego dentro da agitação da cidade.

Como ninguém é de ferro e vínhamos de dias e dias de abstinência alcoólica, tomamos uma cervejinha local durante o jantar e nos recolhemos.

Foto: Ana Oliveira

A programação para os próximos prometia ser árdua, portanto a ordem era descansar para fazer frente a tudo o que vinha pela frente.

E, olha, valeu  cada grão de pó inspirado e cada minuto despendido no trânsito.

Kathmandu é linda!

Voltem um dia desses pra saber de tudo o que vimos por lá.

Um teaser do que vem por aí


terça-feira, abril 18, 2017

Mais um dia em Varanasi

Era o nosso último dia turistando pela Índia. 

Antes do alvorecer, já estávamos em ação, a caminho do Ganges, o rio sagrado, para o tradicional passeio de barco por suas águas, onde os hindus praticam seus rituais sagrados.

Apesar do horário precoce, as ruas já estavam movimentadas e o Dasashwamedh Ghat era um burburinho só. Barcos e mais barcos saindo com os visitantes prontos para experiências raras.


Pedimos a Sunita - nossa guia - que nos ajudasse a comprar os kits de oferendas que vimos nas mãos dos vendedores por ali e nos postamos no barco que ela já tinha reservado para nós.

Nossas oferendas: flores e velas
Foto: Ana Oliveira

Embarcadas, iniciamos a navegação.

Nosso barqueiro, calado, remava deixando pra trás o Dasashwamedh Ghat e nos levando a novos horizontes.

Iniciando a navegação. No canto inferior direito, nosso barqueiro.
Foto: Rose Barros

Quando nos afastamos um pouco da margem, acendemos nossas velas e lançamos nossas oferendas às águas do Ganges.


Navegando, víamos outros ghats e hindus em seus rituais místicos: abluções, lavagem de roupas, orações, cânticos. 

Cada um vivendo a fé à sua maneira
Fotos: Ana Oliveira e Rose Barros

Purificar a alma e o corpo no Ganges é um dos mandamentos que os hindus procuram cumprir, visitando Varanasi pelo menos uma vez na vida e fazendo seus rituais nas águas do rio, daí o impressionante movimento que se testemunha na cidade e no rio. Ali, a fé mobiliza tudo, de uma forma bastante perturbadora para nós, que não temos esses costumes.

Impactadas com tudo o que víamos, nem nos demos conta de que o dia seguia seu curso e, de repente, fomos surpreendidas pela alvorada: na outra margem do Ganges, o sol roubava a cena!

Fotos: Ana Oliveira

Vilma foi quem viu o espetáculo primeiro. Maravilhada, ela chamou a nossa atenção para o cenário. Um deslumbre que arrebatou nossos olhos – e os de todos os outros turistas – por algum tempo. Convenhamos, ver o nascer do sol no Ganges não é fato corriqueiro, né gente?

Fotos: Rose Barros



Com o sol já a certa altura, seguimos a navegação rumo ao Manikarnika Ghat, onde funciona o crematório. Mais um panorama ímpar para aquela manhã.


Fotos: Rose Barros




Um dos cânones que regem os fiéis hindus é o da reencarnação. Para eles, terminar seus dias na cidade sagrada e cremar o corpo dos mortos atirando as cinzas nas águas do Ganges é o caminho que leva a essa meta. Assim, há toda uma instalação em torno disso: casas para doentes que esperam a morte, comércio de madeira, sândalo e incenso para a cerimônia e pessoas que movem essa engrenagem para que tudo caminhe como recomenda a crença dos devotos.

Fotos: Ana Oliveira

Segundo as informações que ouvimos, cadáveres de mulheres grávidas, crianças e sacerdotes não são submetidos à cremação. Seus corpos são atirados diretamente ao rio. 

Tudo isso leva a crer que as águas do Ganges são imundas e malcheirosas, mas não é verdade. Por algum motivo inexplicável, não há cheiro ruim e as águas não parecem mais sujas que as das nossas praias urbanas. Tanto que nem tivemos receio de molhar nossas mãos nas águas sagradas. 

Olhaí, Ana comprovando o que eu disse acima!

Nosso passeio sobre as águas demorou pouco menos de uma hora. Antes de desembarcar, posamos para uma selfie e saímos para terra firme, lideradas por Sunita.

No barco

Seguimos então para um passeio pelas estreitas e labirínticas ruas da antiga Varanasi. 

Por trás do crematório, topamos com as pilhas de madeira usadas nas cerimônias. Trabalhadores se dedicavam a separar e pesar esse material. Sunita nos informou que uma cremação demanda aproximadamente 300 kg de madeira. 

Pesando madeira
Foto: Ana Oliveira

Avistamos as torres do Templo de Kashi Vishwanath, também conhecido como Templo Dourado, dedicado a Shiva. 

Nos aproximamos da mesquita Gyanavapi  ao lado do templo dourado, onde não são permitidas visitas de turistas. Inclusive todos os que circulam pelas proximidades não podem portar câmeras nem mochilas. Nós mesmas tivemos que deixar todos os nossos pertences sob a guarda de um lojista, a pedido de Sunita.

Visitamos uma loja onde se vendiam óleos terapêuticos.

Vimos os templos domésticos, as crianças vestidas para ir à escola, Enfim, a vida da cidade.


De passagem por um ponto onde se servia chai masala, Ana arriscou-se a experimentar uma taça da bebida, no que foi admirada (e repreendida) por todas nós. Eita coragem!


Com essas e mais aquelas, já passava das 9 horas e lá estávamos nós flanando pelas ruas de Varanasi, sem sequer ter tomado o café da manhã... Hora de regressar para o hotel.

No caminho de volta, ainda passamos rapidamente pela frente da Universidade Banaras Hindu, tradicional pelo ensino do sânscrito.

Fotos: Ana Oliveira

Café da manhã tomado. Malas guardadas na recepção. Saímos novamente com Sunita rumo a Sarnath, localidade a 13 km de Varanasi, onde se acredita que Sidarta Gautama, o fundador do budismo, teria feito seu primeiro sermão.

Trata-se de um lugar sagrado para os budistas, onde monastérios e estupas construídos no passado foram destruídos pelos muçulmanos. Parte dessas construções foram redescobertas em escavações  e hoje há ali um museu com coleções de arte budista encontradas durante os trabalhos e um jardim com as ruínas remanescentes.

Ruínas de Sarnath
Foto: Rose Barros

O ponto alto do complexo é a Estupa Dhamekh, que marca o ponto exato do primeiro sermão de Buda.

Estupa Dhamekh, com  43 m de altura e 28 m de diâmetro

Foi a primeira vez que ouvi a palavra estupa e, lógico, a primeira vez que vi uma. Trata-se de um monumento budista de formato circular, ao redor do qual os fiéis fazem suas orações. Não é possível entrar numa estupa, elas são maciças. 

Fiéis fazendo suas preces em torno da Estupa Dhamekh

Rodas de oração, bandeirinhas coloridas com orações impressas, velas... tudo isso faz parte da variedade de acessórios que se encontram nos arredores das estupas.

Turistas posando para selfie próximo à Estupa Dhamekh

Voltando de Sarnath, houve a tradicional parada numa cooperativa de tecelões de seda e seguimos para o almoço no Royal Family Restaurant.

Mais uma vez de volta ao hotel, agora sem nossos aposentos, aproveitamos o wi fi pra colocar nossas vidas internáuticas em dia, enquanto esperávamos a hora de partir para o aeroporto.

Como eu disse no post anterior, seria pecado dos mais graves deixar de ir a Varanasi. Não caiam nessa, por favor!

O voo Varanasi/Délhi  foi rápido e tranquilo. Em menos de duas horas pousamos no aeroporto Indira Gandhi, onde nos esperava o próprio Anil, representante da Indovision com quem tratamos toda a viagem. Gostamos dessa deferência!

Nosso dia terminou no confortável e elegante Novotel New Delhi Aerocity, ideal para o merecido descanso das guerreiras.

Encerramos assim nossas andanças pela Índia. No dia seguinte, partiríamos para Khatmandu, no Nepal.

Prontas para o Nepal