segunda-feira, julho 04, 2011

Madri, estamos quase chegando!

A viagem foi longa.
Começou com a van do Diners entre o Maksoud Hotel e aeroporto de Guarulhos.
Depois, um 737 da Aerolíneas Argentinas até Buenos Aires, Aeroparque.
Lá, filas e mais filas até chegar ao ônibus que nos levou a Ezeiza, um oferecimento da Aerolíneas.
Com uma hora de atraso, decolamos num 747-400 meio velhinho mas confortável rumo a Madri.
O medo de que as cinzas do vulcão chileno interferissem na viagem foi infundado. Ele se comportou como um lorde.
Estamos chegando e a previsão do tempo promete uma temperatura de 30 graus.
Os próximos dias serão de pura aventura. Oba!

segunda-feira, junho 20, 2011

Primeiras descobertas sobre o Infinity Controle

Leu o título e ficou sem saber do que se trata, né?
Não, o Infinity Controle não é uma nova religião, nem mesmo uma nova modalidade de dieta. Trata-se de um plano da TIM que acabo de ativar para o meu celular.
Eu tinha um plano antiguinho - o Tim Brasil - que foi descontinuado pela operadora. E antes que  me enfiassem  algum pacote goela abaixo, me pus a estudar os que estão em vigor pra poder escolher e não ser escolhida!
Difícil! Há poucas opções, cada uma com seus prós e contras.
Li folhetos, fui a duas lojas da TIM, li uma revistinha, consultei o site e acabei decidindo pelo Infinity Controle. Vou experimentar durante um tempo, já que o plano não tem fidelização.
Como foi difícil chegar a um panorama final do que é o Infinity Controle, vou agrupar aqui as informações que coletei. Afinal todos sabemos que o que vem em letras miúdas é o que mais importa na hora da decisão... Sem contar com o que não vem nem em letras miúdas e nem em letras graúdas, mas que faz parte do negócio e faz toda a diferença.
Então, vamos lá:
O básico: o cliente paga uma mensalidade de 27 reais e tem 35 reais de crédito para suas ligações e se não usar tudo pode continuar usando no mês seguinte, sendo que esse saldo expira em 90 dias. 
Ah, a diferença - 5 reais - é um brinde da TIM, válido por um ano.
As ligações custam:
  • R$ 0,25 chamada de TIM pra TIM, local e DDD, usando o 41, número da operadora TIM, independente da duração da chamada;
  • R$ 0,50 chamada para fixos locais, também sem limite de tempo;
  • R$ 1,29 por minuto falado em ligações para celulares de outras operadoras;
  • R$ 1,65 por minuto falado para fixos em DDD, usando o 41.
Luggage-01.gif (7198 bytes)Em viagem pelo Brasil, não há taxa de deslocamento para receber chamadas. Entretanto as chamadas geradas fora do seu domicílio custam 1,75 por minuto.
Terminada a franquia mensal, é também possível recarregar a conta, como se fosse um celular pré pago. A recarga pode ser feita em bancas de jornal, farmácias, botecos, contas bancárias e até no cartão de crédito.
Gostei dessa ideia de fazer através do cartão de crédito. Para isso, informou-me a atendente Ludimila, é preciso cadastrar o cartão através do *244. Vou fazer isso, depois conto como funciona. 
Os créditos oriundos de recarga têm validade condicionada ao valor da mesma. Olha como é:
  • Recargas de R$12,00 valem por 30 dias;
  • Recargas de R$ 17,00 / R$ 26,00 / R$ 35,00 valem por 90 dias;
  • Recargas de R$ 50,00 / R$ 100,00 valem por 180 dias.

Tem acesso à  internet? 
Sim!
E torpedos? 
Também!

A cada dia de navegação, são cobrados R$ 0,50. O uso é ilimitado, mas a TIM avisa que ultrapassando o consumo de 10MB diários ou 300MB mensais, a velocidade da conexão cai de 300 Kbps para até 50 Kbps.
Torpedos custam R$ 0,50 por dia de uso, sem limite.
Ambos funcionam no sistema usou pagou. O dia que não usar, não paga. Bom para época de viagens pra fora do país, quando a gente não vai mesmo usar esses serviços.
Para saber o saldo, é só ligar para *767# que a TIM informa a quantidade e validade dos bônus, que são aqueles provenientes da mensalidade fixa, ou *222#  para saber quanto resta das recargas feitas, com a respectiva validade.
Essas foram as informações que coletei.
Certamente descobrirei outras, mais ruins do que boas, como sói acontecer nesses casos.
Mas, como eu já disse acima, é uma experiência. 
hjkhk.gif (10802 bytes)
Penso que esse post vai ser útil pra quem ler, mas vai ter mais utilidade ainda pra mim mesma, que tenho agora todas as informações referentes ao Infinity Controle  reunidas num único lugar. 
A cada nova descoberta, prometo passar aqui para atualizar as informações. Voltem!
***
1a. atualização: 26/06/2011
E depois de uma semana de uso do Infinity Controle, posso dizer que fiz algumas descobertazinhas:

  • O plano entrou em vigor sem o prometido aviso. Quando vi já estava sendo usado um crédito de R$ 5,00 (que depois descobri ser um crédito emergencial feito pela Tim);
  • No dia seguinte recebi mensagem avisando que era necessário ativar a oferta. Aquela de R$ 0,25 a chamada de TIM pra TIM, local e DDD, usando o 41 e a de R$ 0,50 chamada para fixos locais sem limite de tempo. E a ativação vale por 6 meses...
  • Como os créditos normais, aqueles R$ 32,00, não chegavam de jeito nenhum, fiz uma recarga de R$ 17,00 direto da minha conta bancária, que é válida até meados de setembro;
  • E os créditos mensais só chegaram no meio da semana, ou seja uns três ou quatro dias depois... demorô! Valem também até 20 de setembro;
  • Toda vez que mando o primeiro SMS do dia, recebo uma mensagem avisando que os próximos daquele dia, ilimitados, não terão custo algum;
  • Mandei uma mensagem com foto e não consegui saber bem quanto custou, mas me parece que custou mais que as escritas;
  • E como vejo que meu saldo é quebrado, desconfio que há cobrança de impostos em cima do valor das chamadas, mas a atendente disse hoje mesmo pra Ana - que também aderiu ao plano - que não há. 
De onde virão os centavos quebrados então? Conto quando descobrir!

quarta-feira, junho 01, 2011

Singrando os ares... finalmente!

Há mais de um mês, pensamos numa viagenzinha de recreio a Salvador. Procuramos passagens e encontramos uma promoçãozinha da Gol. Ô sorte!
E assim ficou definida nossa partida para o primeiro dia de junho.
Tudo pronto, hotel e carros reservados, nos demos conta que o tradicional modo de chegar ao aeroporto de Guarulhos - de carro até um daqueles estacionamentos periféricos - não poderia ser adotado: quarta-feira era o dia de rodízio do carro novo...
Na busca de outras alternativas, decidimos experimentar o Diners Club Van Service: a van sai do Hotel Maksoud Plaza - pertinho de casa - e o serviço é grátis para portadores do cartão Diners e um convidado. Reservamos, usamos e aprovamos.
Nosso voo, o 1780 da Gol, estava marcado para as 11h25. Com o check in feito on line, deveríamos estar na sala de embarque às 10h55. Assim, para evitar correrias, escolhemos a van das 9h30.
Pensando em tomar um café a caminho do Maksoud, saímos de casa pouco depois das 8 da manhã.
Pelo twitter, soubemos que Cumbica estivera fechado por algum tempo devido ao nevoeiro, mas já estava aberto.
Por volta das 10h15 já estávamos consultando o painel de partidas domésticas do aeroporto para descobrir que o voo sairia ao meio-dia. Trinta e cinco minutos de atraso, portanto.
Tocamos então para a sala vip Smiles, também sob os auspícios do sacrossanto cartão Diners. Ali, mais uma surpresinha: o wi-fi provido pela vex não estava funcionando.
Meio-dia chegando e nada da chamada para o embarque. Chegamos até a pensar que o atendente da sala vip tinha se esquecido de nós...
Meio-dia e meia chegou o anúncio: embarque próximo no portão 15. Fomos.
Do portão 15 fomos encaminhadas para o 17 - aqueles no subsolo, sempre apinhados de gente. E não foi diferente. Filas e mais filas. E nada de chamarem nosso voo.
Quando nos chamaram, já passava da uma da tarde. Embarcamos. E nada do esperado "portas em automático".
Alguns passageiros entraram comentando uma fusão de voos. Se houve ou não, nunca saberemos.
Todos acomodados, o comandante avisa que há quatro passageiros atrasados - não me pergunte como. Pouco depois, chega uma van com três deles.
E quarto passageiro? Sumiu!
Logo mais ouvimos: "Sra. Maria Silva, favor identificar-se a um dos nossos comissários."
Mas dona Maria Silva não estava a bordo. Tinha dado no pé, cansada de esperar, certamente, deixando pra trás sua bagagem despachada. Sorte dela, que escapou de viajar nas apertadas poltronas desse nosso 737-800.
Pois bem, por medida de segurança, foi necessário escarafunchar os porões da aeronave em busca da bagagem órfã. Demorou uma eternidade até que mais essa questão fosse resolvida.
Portas em automático, finalmente!
Próxima etapa, aguardar a autorização para a decolagem...
Quando finalmente levantamos voo já passava das duas da tarde.
Agora pensem: tomamos café da manhã antes das nove, comemos umas bobagenzinhas na sala vip e aqui estamos, diante de um copo de refrigerante e um minúsculo saquinho de amendoins.
Lanches? Há, sim. Para quem gosta daqueles pães gelados e amarrotados que a Gol vende aos clientes. Mas só para os que têm dinheiro trocado, viu?
Isso mesmo, o comissário acaba de recusar a venda de um lanche a um passageiro que pretendia pagar com uma nota de 50 reais, afirmando que só vendem se o cliente tiver a quantia exata. Pode?
***
15h36
O comandante acaba de anunciar o início dos procedimentos de descida para aterrissagem em Salvador às 16h.
Cira, ai vamos nós, famintas, ao encontro dos seus acarajés! Tem troco pra 100?

segunda-feira, maio 16, 2011

Fim de semana agitado

Escrevo no Ipod, voltando de Assis, capítulo final da viagem que começou na quinta-feira passada com algumas aventuras extras que já foram contadas no post anterior.
Resumindo, cheguei em Londrina pelas asas da Gol. Ficamos, Ana e eu, hospedadas no Blue Tree Premium Londrina, que não correspondeu às nossas expectativas. Jantamos bem no La Gondola com amigos que vivem na cidade. Viajamos para Assis no dia seguinte e continuamos protagonizando aventuras.
Decidimos no meio do caminho que era o momento de trocar o carro. Antes mesmo de chegar em casa, paramos numa concessionária Fiat e numa loja de carros semi-novos. Não encontramos bons negócios. Pena, pensamos! E fomos jantar no único restaurante arrumadinho de Assis, o Tom.
Depois do almoço do sábado, fomos tomar café na costumeira Kopenhagen encravada no supermercado. No estacionamento, demos com um stand de uma concessionária da Citroën. Conversa vai, conversa vem, saímos de carro novo. Maneira de dizer, claro, já que o C3, que responderá pelo nome de Guedes, só será entregue na próxima quarta-feira.
A aventura do domingo ficou por conta de um cupom que Ana ganhou, valendo uma feijoada preparada por uma das lojas maçônicas da cidade. Funciona assim: domingo pela manhã as pessoas pegam sua maior panela de pressão e vão até a maçonaria trocar seu cupom por panelão de feijoada que será devorada no recôndito do lar, com um arrozinho doméstico. Panelaço diferente e divertido! E a feijoada é boa pra danar!
Mas o domingo não terminou aí. Ainda teve um belo show do Passoca, parte da Virada Paulista que estava rolando na cidade. Foi uma delícia acompanhar a narrativa da breve história da música caipira, entremeada de antológicas modas de viola, com que o simpático e talentoso Passoca nos brindou.
E pra completar a vibe aventureira, hoje a Andorinha - empresa de ônibus que tem exclusividade para transportar almas viajeiras entre Assis e São Paulo - mal saiu da rodoviária, parou por meia hora na garagem para, no final, nos transferir de mala e cuia para outro ônibus, sem a mínima satisfação.
E é desse novo/velho ônibus que escrevo, contemplando a pálida lua que já se desenha no céu nesse fim de tarde.
Tão logo eu encontre uma rede wi-fi, esse post estará ao alcance dos olhos de quem quiser lê-lo.
E quando possível for, colocarei aqui a foto da lua que acabo de clicar.

*****
Cumprindo a promessa!

sexta-feira, maio 13, 2011

De como chegar a Londrina... ops Assis

Sou cliente compulsória da Andorinha, já que só ela faz a rota São Paulo/Assis.
Já andei experimentando a Motta, pra variar, mas o ônibus não entra em Assis, é preciso descer na estrada, o que nem sempre é bom.
E pra variar um pouquinho mais, algumas vezes chego a Assis, via Londrina, quando encontro uma passagem aérea barata para a metrópole paranaense.
E foi assim que, aproveitando uma promoção de passagens a R$59,00 entre Guarulhos e Londrina, saí de casa hoje pela  manhã rumo a GRU. De metrô até o Tatuapé e ônibus comum até o aeroporto, em uma hora e meia eu estava na sala vip Smiles da ala internacional esperando a hora do embarque. Se for fazer esse trajeto use o ônibus 257 que é mais rápido que o 299.
O voo - 7470 - tinha como destino final Buenos Aires. Mas antes parava em Curitiba e Assunção. Meu itinerário tinha conexão em Curitiba. Mas o voo não saiu na hora certa. Curitiba não tinha condições meteorológicas para aterrissagem e não havia previsão de rápida melhora. O tempo de conexão era curto - uma hora e pouco. 
Assim, a Gol decidiu reacomodar os passageiros em um voo direto para Londrina. Só que tinha um detalhe: o tal voo sairia de Congonhas. 
A atuação dos funcionários da Gol foi exemplar. Com eficiência fomos conduzidos à área de resgate de bagagem para que os passageiros que tinham despachado suas malas pudessem reavê-las. Havia somente três passageiros sem malas, eu era um deles. Como prêmio, fomos liberados mais rapidamente e acomodados em um táxi que nos levou até Congonhas em meio ao trânsito matinal. 
Novo check-in, sala de embarque, ônibus e às 12h02 minutos, conforme o previsto, decolávamos rumo a Londrina. Chegamos pontualmente às 13h10, quando a previsão de chegada do voo com conexão era 13h15. Ganhamos, pois, 5 minutos no Paraná e um gostinho de aventura pela capital paulista.
Viva a Gol, que apesar de patrocinar o Rafinha Bastos, soube respeitar seus clientes nesse episódio.

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O post foi escrito ontem, dia do ocorrido. Mas o Blogger deu piti e ninguém pode postar nada.
Posto hoje, já instalada em Assis, onde cheguei há pouco, de carro com Ana Maria, depois de uma agradável viagem por entre os  muitos milharais que enfeitam a paisagem entre Londrina e a cidade dos três "s", com direito a parada para tortas  alemãs na Strassberg.